Ganhos visuais com o CSS3
Chris Coyier, web designer que mantém o blog CSS-Tricks, escreveu em seu perfil no Twitter que o "CSS é como o xadrez. Você pode aprender os princípios básicos em um dia, e passar a vida inteira se especializando". De fato, o CSS é a linguagem mais fácil de ser aprendida, possuindo uma sintaxe bem simples. Porém, criar páginas com layouts bem elaborados usando CSS, assim como conhecer todos os seus macetes, exige tempo e experiência.
domingo, 10 de outubro de 2010
HTML 5: turbulências para 2010!
HTML 5: turbulências para 2010!
Depois de um final de ano cheio de novidades com o surgimento de novas tecnologias, tendências e lançamentos, iniciamos 2010 com força total. A discussão foi grande em relação à migração.
Para quem acha que não está na hora de mudar, nos últimos dias uma das maiores empresas do mundo, o Google, anunciou que, a partir de 1º de março, vai parar de dar suporte a navegadores como IE 6 e versões antigas do Firefox e Safari. Somente alguns de seus serviços estarão disponíveis para navegadores antigos, como Docs e Calendar.
Toda esta revolução teve efeito depois que o Google sofreu o seu o maior ataque de hackers. A empresa cita a falta de segurança de navegadores como IE6. Este fator pode ser decisivo para a atualização dos navegadores, facilitando a migração para o HTML 5.
As novidades não param por aí.
Para que achava que iria ser desperdício começar a aprender sobre o HTML5, temos ainda outra novidade que irá forçar a migração para o HMTL5: Steve Jobs anunciou, no lançamento do Ipad, que o aparelho não terá suporte ao Adobe Flash. Ele deixou bem claro que a internet está migrando para o HTML 5 e que problemas no plug-in do Adobe são fatores que levaram a decisão de não fornecer o suporte.
O YouTube anunciou recentemente que desenvolverá um novo player de vídeo compatível para a nova TAG do HTML 5
Depois de um final de ano cheio de novidades com o surgimento de novas tecnologias, tendências e lançamentos, iniciamos 2010 com força total. A discussão foi grande em relação à migração.
Para quem acha que não está na hora de mudar, nos últimos dias uma das maiores empresas do mundo, o Google, anunciou que, a partir de 1º de março, vai parar de dar suporte a navegadores como IE 6 e versões antigas do Firefox e Safari. Somente alguns de seus serviços estarão disponíveis para navegadores antigos, como Docs e Calendar.
Toda esta revolução teve efeito depois que o Google sofreu o seu o maior ataque de hackers. A empresa cita a falta de segurança de navegadores como IE6. Este fator pode ser decisivo para a atualização dos navegadores, facilitando a migração para o HTML 5.
As novidades não param por aí.
Para que achava que iria ser desperdício começar a aprender sobre o HTML5, temos ainda outra novidade que irá forçar a migração para o HMTL5: Steve Jobs anunciou, no lançamento do Ipad, que o aparelho não terá suporte ao Adobe Flash. Ele deixou bem claro que a internet está migrando para o HTML 5 e que problemas no plug-in do Adobe são fatores que levaram a decisão de não fornecer o suporte.
O YouTube anunciou recentemente que desenvolverá um novo player de vídeo compatível para a nova TAG do HTML 5
Como usar a Google Font API
Como usar a Google Font API
Durante a Conferência Google I/O 2010, o Google lançou seu diretório com fontes para web em alta qualidade para serem usados através da Google Font API.
A Google Font API foi criada para auxiliar o uso de fontes em qualquer página web independentemente do navegador que é usado. Veja algumas vantagens:
• Economia de Banda;
• Fácil de usar;
• Suporte para estilos;
• Não é necessária a conversão para o formato suportado pelo IE;
• Fontes Open Source.
Desvantagens:
• Pouca variedade de fontes, por enquanto.
Google Font Directory
A Google também criou o Google Font Directory, um catálogo de fontes de alta qualidade para quem utiliza a Font API, basta escolher uma fonte e copiar o código. As fontes do diretório são open source e podem ser usadas em qualquer projeto comercial ou não comercial. Confira as fontes disponíveis.
Tudo isso na prática
Tudo é muito bom e bonito, mas como usar? Além de bom e bonito, é muito mais fácil do que se imagina, segue um código de exemplo:
Legal, né? Vamos trabalhar um pouco mais com essa API. Vamos ver como determinar uma família de fontes e estilos em nossa url. Começamos com a URL básica da Google Font API.
http://fonts.googleapis.com/css
Em seguida, adicione o parâmetro family na URL, com uma ou mais fontes que deseja carregar, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Inconsolata
Para solicitar mais famílias de fontes, use o caractere Pipe ( | ) para separar os nomes, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Tangerine|Inconsolata|Droid+Sans
Atenção: em nomes que são separados por espaço, utilize o sinal de mais ( + ) para substituir os espaços.
A API também permite customizar o estilo da família de fontes que você acabou de carregar, basta colocar dois pontos ( : ) ao nome da família e chamar os estilos que deseja, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Cantarell:italic|Droid+Serif:bold
Para saber quais estilos a fonte suporta, consulte a fonte no Google Font Directory
WebFont Loader
O WebFont Loader é uma biblioteca em JavaScript que permite ter mais controle sobre o carregamento da Font API. Vamos ver um exemplo na prática:
Esse exemplo exibe o texto no padrão serif e, após carregar as fontes, exibe o texto nas fontes especificadas. Também é possível usar o WebFont Loader com o Google AJAX API. Para saber mais sobre o WebFont Loader, clique aqui.
Fonte: Imasters
Durante a Conferência Google I/O 2010, o Google lançou seu diretório com fontes para web em alta qualidade para serem usados através da Google Font API.
A Google Font API foi criada para auxiliar o uso de fontes em qualquer página web independentemente do navegador que é usado. Veja algumas vantagens:
• Economia de Banda;
• Fácil de usar;
• Suporte para estilos;
• Não é necessária a conversão para o formato suportado pelo IE;
• Fontes Open Source.
Desvantagens:
• Pouca variedade de fontes, por enquanto.
Google Font Directory
A Google também criou o Google Font Directory, um catálogo de fontes de alta qualidade para quem utiliza a Font API, basta escolher uma fonte e copiar o código. As fontes do diretório são open source e podem ser usadas em qualquer projeto comercial ou não comercial. Confira as fontes disponíveis.
Tudo isso na prática
Tudo é muito bom e bonito, mas como usar? Além de bom e bonito, é muito mais fácil do que se imagina, segue um código de exemplo:
Google Font API + Google Font Directory!
Legal, né? Vamos trabalhar um pouco mais com essa API. Vamos ver como determinar uma família de fontes e estilos em nossa url. Começamos com a URL básica da Google Font API.
http://fonts.googleapis.com/css
Em seguida, adicione o parâmetro family na URL, com uma ou mais fontes que deseja carregar, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Inconsolata
Para solicitar mais famílias de fontes, use o caractere Pipe ( | ) para separar os nomes, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Tangerine|Inconsolata|Droid+Sans
Atenção: em nomes que são separados por espaço, utilize o sinal de mais ( + ) para substituir os espaços.
A API também permite customizar o estilo da família de fontes que você acabou de carregar, basta colocar dois pontos ( : ) ao nome da família e chamar os estilos que deseja, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Cantarell:italic|Droid+Serif:bold
Para saber quais estilos a fonte suporta, consulte a fonte no Google Font Directory
WebFont Loader
O WebFont Loader é uma biblioteca em JavaScript que permite ter mais controle sobre o carregamento da Font API. Vamos ver um exemplo na prática:
Usando Cantarell
Usando Tangerine!
Esse exemplo exibe o texto no padrão serif e, após carregar as fontes, exibe o texto nas fontes especificadas. Também é possível usar o WebFont Loader com o Google AJAX API. Para saber mais sobre o WebFont Loader, clique aqui.
Fonte: Imasters
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Peças Publicitarias
As mídias e suas aplicações
Você nunca parou para se perguntar para quê exatamente cada mídia serve? Na verdade, essa resposta pode ser um tanto ampla e, muitas vezes, as pessoas acabam generalizando o uso dessas ferramentas, cometendo erros. Veja as dicas sobre os tipos de mídia.
Cada mídia foi desenvolvida de forma que possa ser útil e desempenhe sua função com maior eficácia. A maneira certa de se pensar é: onde serão distribuídos? A diferença da logística de distribuição interferirá no resultado? Por exemplo: o folder, folheto ou filipeta tem muito texto e imagens variadas, a distribuição em um semáforo (sinal) numa rua de alto fluxo de pedestres ou na entrada de alunos de uma escola não alcançará uma boa divulgação pois, estes não terão tempo para lê-lo, então pensaremos “irão ler em casa!”. Você verá que isso não acontece de fato se o folheto não prendê-lo de imediato. Para folhetos de muito texto a distribuição pode ser em residências e lugares onde as pessoas não estão com pressa e os folhetos de impacto com imagens e pouco texto poderão ser utilizados em locais mais agitados, mas, o designer deve desenvolver um layout para que a leitura seja rápida e uniforme.
Flyer/folheto
Folheto promocional, composto de uma folha com cortes e dobras. Costuma-se usar uma folha A4 (20×30cm) e dividí-la em dois ou quatro cortes iguais. Contém textos explicativos sobre o produto/serviço com maiores detalhes. O Flyer ou Folheto clássico pode ser 4/4 (cores na frente e verso) ou 4/1 (cores na frente e verso com tons de cinza) ou ainda 4×0 (cores na frente e nenhuma cor atrás). Em geral folhetos são utilizados como peças publicitárias de baixo custo produtivo e criadas para ter alto impacto visual e apelativo.
Filipeta
Mesma especificação do anterior, sendo a única diferença no seu formato, a filipeta é mais esticada, como o nome sugere. Bom para usar propaganda explicativa seriada (cardápios de pizzas e valores, dias de eventos e cantores que se apresentarão, cursos oferecidos pela escola e etc…), em produtos e em suas embalagens.
Folder
O folder permite vários cortes ou dobras criativos para chamar a atenção e organizar a informação. Pode ser circular, retangular e com o uso de facas gráficas especiais, poderá ter um formato de um cachorro, um perfume, carro ou qualquer outra imagem. É o modelo mais utilizado para atingir público alvo específico, pois suas características são ideais em conjunto com um designer criativo e original.
Cartão
Cartão de visita como já diz o nome é um atrativo para o cliente visitá-lo ou estabelecer um possível contato. Então é necessário seguir regras básicas para que essa ferramenta não seja ignorada, como acontece com muitas empresas. Não podemos transformar o cartão num folder, num panfleto ou em uma placa. Este divulgador deve ser limpo, direto ao assunto, agradável aos olhos, com os dados fáceis de ler e rápida leitura ocular.
Postal
O postal pode ser um excelente divulgador de seu serviço/produto/empresa, usado com criatividade como é na Europa e Canadá. Impresso em papel encorpado, pode ser feito em 4×1 ou 4×4. O Postal Duplo apresenta as medidas 9×10, o Triplo, 9×15cm (medida de 3 cartões) ou Postal Quádruplo de 10×18cm (medida 4 cartões). Ótimo para enviar para futuros clientes em datas comemorativas com temas relacionados a estes, e paisagens da cidade onde esteja a sede ou filiais da empresa. Um e-mail (correio eletrônico) é prático, mas as cartas continuam criando sensações e acalentando emoções que nenhum outro meio consegue, pense nisso.
Cartaz
Peça impressa de um só lado, geralmente apresenta grandes dimensões, para ser afixada em locais abertos (ambientes amplos ou ao ar livre), destinada a dar informações comerciais ou a anunciar eventos, como exposições, espetáculos, etc. O cartaz costuma ter um trabalho visual mais apelativo, tentando uma comunicação rápida. Por isso, é uma das principais ferramentas usadas na comunicação e no desenvolvimento das organizações modernas, além de um recurso cada vez mais utilizado pelas empresas e instituições com a finalidade de atingir objetivos estratégicos. Pode realizar também funções sociais e econômicas. A comunicação através do cartaz é uma das formas mais eficazes encontradas por essas organizações para se relacionarem com o mercado.
Sobre suas utilizações
Qual é o tipo de pessoa que você quer alcançar? Onde estarão fixados esses cartazes? Lojas, corredores, pontos de ônibus, totens em shoppings, quadros de avisos em repartições públicas, igrejas, internos nos ônibus, metrôs? Qual é a distância que essas pessoas poderão ler as informações do cartaz com legibilidade? Qual é a distância mínima e máxima que o cartaz terá para despertar interesse? Qual é a camada social? Qual é a religião? Será que existe alguma cor que provoque repulsa, será que tem alguma imagem que provoque ira ao invés de desejo e atração? Como fazer para ele não cansar as vistas, não embasar os olhos? Qual é o tipo de fonte – letra – que deve ser usada para o público alvo? O público alvo tem algum tipo de estereótipo como altura para que seja calculada a altura de fixação desses cartazes? Ou de utilização de óculos? Linguagem regional? Esses dados permitirão o cálculo de velocidade que essas pessoas terão para absorver as informações que terão nos cartazes antes de continuarem seus afazeres diários.
A escolha da mídia correta está diretamente ligada à estratégia de marketing da empresa. Por isso, uma análise prévia de mercado é imprescindível. Reunir o máximo de informações antes de optar por essa ou aquela ferramenta de comunicação aumenta as chances de acerto. Portanto, na hora de escolher o tipo de mídia que será utilizado, esteja atento para não transformar seu investimento em mais uma despesa.
Fonte www.atualcard.com.br
Você nunca parou para se perguntar para quê exatamente cada mídia serve? Na verdade, essa resposta pode ser um tanto ampla e, muitas vezes, as pessoas acabam generalizando o uso dessas ferramentas, cometendo erros. Veja as dicas sobre os tipos de mídia.
Cada mídia foi desenvolvida de forma que possa ser útil e desempenhe sua função com maior eficácia. A maneira certa de se pensar é: onde serão distribuídos? A diferença da logística de distribuição interferirá no resultado? Por exemplo: o folder, folheto ou filipeta tem muito texto e imagens variadas, a distribuição em um semáforo (sinal) numa rua de alto fluxo de pedestres ou na entrada de alunos de uma escola não alcançará uma boa divulgação pois, estes não terão tempo para lê-lo, então pensaremos “irão ler em casa!”. Você verá que isso não acontece de fato se o folheto não prendê-lo de imediato. Para folhetos de muito texto a distribuição pode ser em residências e lugares onde as pessoas não estão com pressa e os folhetos de impacto com imagens e pouco texto poderão ser utilizados em locais mais agitados, mas, o designer deve desenvolver um layout para que a leitura seja rápida e uniforme.
Flyer/folheto
Folheto promocional, composto de uma folha com cortes e dobras. Costuma-se usar uma folha A4 (20×30cm) e dividí-la em dois ou quatro cortes iguais. Contém textos explicativos sobre o produto/serviço com maiores detalhes. O Flyer ou Folheto clássico pode ser 4/4 (cores na frente e verso) ou 4/1 (cores na frente e verso com tons de cinza) ou ainda 4×0 (cores na frente e nenhuma cor atrás). Em geral folhetos são utilizados como peças publicitárias de baixo custo produtivo e criadas para ter alto impacto visual e apelativo.
Filipeta
Mesma especificação do anterior, sendo a única diferença no seu formato, a filipeta é mais esticada, como o nome sugere. Bom para usar propaganda explicativa seriada (cardápios de pizzas e valores, dias de eventos e cantores que se apresentarão, cursos oferecidos pela escola e etc…), em produtos e em suas embalagens.
Folder
O folder permite vários cortes ou dobras criativos para chamar a atenção e organizar a informação. Pode ser circular, retangular e com o uso de facas gráficas especiais, poderá ter um formato de um cachorro, um perfume, carro ou qualquer outra imagem. É o modelo mais utilizado para atingir público alvo específico, pois suas características são ideais em conjunto com um designer criativo e original.
Cartão
Cartão de visita como já diz o nome é um atrativo para o cliente visitá-lo ou estabelecer um possível contato. Então é necessário seguir regras básicas para que essa ferramenta não seja ignorada, como acontece com muitas empresas. Não podemos transformar o cartão num folder, num panfleto ou em uma placa. Este divulgador deve ser limpo, direto ao assunto, agradável aos olhos, com os dados fáceis de ler e rápida leitura ocular.
Postal
O postal pode ser um excelente divulgador de seu serviço/produto/empresa, usado com criatividade como é na Europa e Canadá. Impresso em papel encorpado, pode ser feito em 4×1 ou 4×4. O Postal Duplo apresenta as medidas 9×10, o Triplo, 9×15cm (medida de 3 cartões) ou Postal Quádruplo de 10×18cm (medida 4 cartões). Ótimo para enviar para futuros clientes em datas comemorativas com temas relacionados a estes, e paisagens da cidade onde esteja a sede ou filiais da empresa. Um e-mail (correio eletrônico) é prático, mas as cartas continuam criando sensações e acalentando emoções que nenhum outro meio consegue, pense nisso.
Cartaz
Peça impressa de um só lado, geralmente apresenta grandes dimensões, para ser afixada em locais abertos (ambientes amplos ou ao ar livre), destinada a dar informações comerciais ou a anunciar eventos, como exposições, espetáculos, etc. O cartaz costuma ter um trabalho visual mais apelativo, tentando uma comunicação rápida. Por isso, é uma das principais ferramentas usadas na comunicação e no desenvolvimento das organizações modernas, além de um recurso cada vez mais utilizado pelas empresas e instituições com a finalidade de atingir objetivos estratégicos. Pode realizar também funções sociais e econômicas. A comunicação através do cartaz é uma das formas mais eficazes encontradas por essas organizações para se relacionarem com o mercado.
Sobre suas utilizações
Qual é o tipo de pessoa que você quer alcançar? Onde estarão fixados esses cartazes? Lojas, corredores, pontos de ônibus, totens em shoppings, quadros de avisos em repartições públicas, igrejas, internos nos ônibus, metrôs? Qual é a distância que essas pessoas poderão ler as informações do cartaz com legibilidade? Qual é a distância mínima e máxima que o cartaz terá para despertar interesse? Qual é a camada social? Qual é a religião? Será que existe alguma cor que provoque repulsa, será que tem alguma imagem que provoque ira ao invés de desejo e atração? Como fazer para ele não cansar as vistas, não embasar os olhos? Qual é o tipo de fonte – letra – que deve ser usada para o público alvo? O público alvo tem algum tipo de estereótipo como altura para que seja calculada a altura de fixação desses cartazes? Ou de utilização de óculos? Linguagem regional? Esses dados permitirão o cálculo de velocidade que essas pessoas terão para absorver as informações que terão nos cartazes antes de continuarem seus afazeres diários.
A escolha da mídia correta está diretamente ligada à estratégia de marketing da empresa. Por isso, uma análise prévia de mercado é imprescindível. Reunir o máximo de informações antes de optar por essa ou aquela ferramenta de comunicação aumenta as chances de acerto. Portanto, na hora de escolher o tipo de mídia que será utilizado, esteja atento para não transformar seu investimento em mais uma despesa.
Fonte www.atualcard.com.br
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