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terça-feira, 9 de março de 2010

Dicas para otimizar sites em Flash para o Google

Sites em Flash têm sérios problemas quando envolvem indexação em buscadores e acompanhamento de estatísticas. Porém, os serviços da Google podem dar uma “ajudinha” na hora de monitorar o que acontece com seu site, bem como uma força na hora de indexar e disponibilizar seu site no topo dos buscador.

Antes de criar um site em Flash, tenha em mente que ele é bom para ilustrar uma história, mas não para descrevê-la. Outro detalhe: fuja de introdução em Flash para qualquer site!

Primeiramente, algumas dicas para indexar melhor o site no Google. Afinal, como sabemos, embora o Google indexe arquivos em Flash, ele não entende “flashês” por inteiro.

Textos ocultos e alguns truques sujos podem banir definitivamente seu site das buscas, portando, a forma mais fácil de ter um melhor ranking no Google pode ser o uso correto dos links. Lembre-se que o Google leva em consideração a quantidade de qualidade de links voltados para seu site, portanto dedique o maior tempo de otimização para cuidar dos links que apontam para ele.

Abusar do META pode ser importante. Afinal, ela pode ser a única coisa legível em seu site e a tag META pode falar muito sobre seu site aos buscadores, como qualquer página em SWF deve ficar dentro de um arquivo HTML, abuse da descrição nesta tag, principalmente do parâmetro “Description”.

Páginas alternativas, somente em HTML, podem ajudar muito na indexação do conteúdo. Recomendadas até pelo próprio Google, páginas alternativas podem ser criadas, desde que a página onde está o filme seja excluído da indexação no arquivo robots.txt de seu site.

Uma forma prática de mostrar ao Google seu site em flash é criar um Sitemap. O Google Sitemaps é uma maneira fácil de enviar todos os seus URLs para o índice do Google e obter relatórios detalhados sobre a visibilidade das suas páginas no buscador. Com o Google Sitemaps, você pode manter o Google informado sobre todas as suas páginas atuais e quando essas páginas são alteradas. Tenha em mente que o envio de um Sitemap não garante que todas as páginas de seu site serão rastreadas ou incluídas nos resultados de pesquisa.


Utilizando o Google Analytics para monitorar estatísticas, metas e banners

Ter estatísticas somente da primeira página pode ser um problema pra quem desenvolve sites em Flash.

O Google Analytics permite que você monitore qualquer evento baseado no navegador, incluindo eventos em Flash. Para monitorar um evento, chame a função urchinTracker().

on(release) {
// eventos sem ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
}

ou

on(release) {
//eventos com ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
_root.gotoAndPlay(3);
myVar = “Evento em Flash”
}


O código acima fará com que cada ocorrência do evento em Flash seja registrada como se fosse uma exibição de página de /pasta/arquivo. Para verificar se o urchinTracker está recebendo a chamada corretamente, você pode verificar o relatório Conteúdo principal 24 a 48 horas depois que o código de monitoramento tiver sido executado. O nome da página atribuído deve estar no relatório.

Já o código abaixo ajuda a monitorar se seus usuários estão clicando em um banner em flash. Esse código faz com que cada clique no banner seja registrado como se fosse uma visita de página denominada /banners/anunciante/nome_do_banner. Você pode usar qualquer estrutura de pasta/nome de arquivo desejada. É uma boa idéia registrar todos os seus anúncios em banners em uma estrutura lógica de diretório como mostrado no exemplo.

on(release) {
getURL(“javascript:urchinTracker
(‘/banners/anunciante/nome_do_banner’);”);
getURL(“http://www.siteanunciado.com”);
}


Para finalizar, quer ver como o Google e outros sites de busca visualizam seu site em Flash? O site SE-Flash promete mostrar como seu site é visto pelos olhos dos Crawnlers espalhados pela Internet.


Fonte: http://www.undergoogle.com
Autor: Fernando Kanarski

Capacidade criativa e a nova cara do Design!

Um novo e autêntico design está surgindo na internet. Tendencioso ou não, o bom design promete, e já causa bons resultados. Se o projeto é feito para causar impacto, e uma boa idéia é aliada, ninguém segura a campanha! Tá aí essa história de marketing viral para comprovar!

Ao ler meus e-mails novos, recebi um que me chamou muita atenção. Na certa, outros com mesmo estilo passaram por mim, mas esse ai é novo e foi o que me inspirou a escrever esse artigo. Acredito que esse promete tornar-se uma grande estratégia de marketing viral na internet! Como recebi por e-mail e gostei do resultado, resolvi encaminhar. Se a propaganda é boa, não custa nada repassá-la, não é verdade?

Acredito que essa seja a nova cara do design: criativo, reflexivo, bonito, viral e principalmente: fixa o espectador para a leitura completa do anúncio.

Uma campanha hoje exige total capacidade criativa. Lançar um produto ou divulgar uma marca exige muito do diretor criativo, principalmente porque a mídia - toda e em qualquer forma - está poluída de anúncios ruins, feito por sobrinhos* que acreditam fielmente serem designers.

O bom é que nem tudo está perdido, graças ao nosso subconsciente seletivo que coleta e guarda apenas propagandas bem feitas. E é aí que a criatividade e a inovação imperam!

Quando um cliente pede alguma campanha, online ou não, o processo criativo pode demorar horas ou segundos para surgir. E ela pode vir durante a própria conversa com o cliente, ou até mesmo naquele período reflexivo antes de dormir.

Um pouco dessa "trava" em nosso consciente criativo vem do processo da falta da liberdade de se expressar, pois ainda há clientes que preferem não sair da rotina. Um produto comum pode se tornar estrela de uma grande campanha publicitária!

E vai aí uma boa dica: um bom método de aumentar sua capacidade de criar é coletar e guardar o maior número de referências possíveis. Isso serve tanto para campanhas como para a criação de anúncios institucionais ou simples. Vale lembrar que isso não é cópia, e sim, uma busca por tendências de outros designers.

* Retirado do livro Google Marketing:

"No jargão publicitário, sobrinho é aquele garoto que, com a tecnologia barata e acessível, aprendeu a fazer sites, banners e outras parafernálias tecnopublicitárias, mas que não entende nada de mercado ou da ciência que é o marketing. O termo da frase "O meu sobrinho que fez os sites da minha empresa" tão empregado por empresários que consideram a internet dispensável e de menor importância".


Fonte: www.imasters.com
Autor: www.brunamilagres.com.br

Bauhaus e a Web 2.0

Em outubro, a Alemanha se engaja numa celebração cultural digna de um registro cinematográfico. Berlim celebrará os 90 anos da Bauhaus, a escola de design mais influente de todos os tempos. Uma exposição cobrirá os 14 anos (1919-1933) deste movimento de vanguarda que influenciou designers em todo o mundo, passando pela arquitetura e a cenografia.

A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, com a intenção de combinar a Arquiteutra, o Artesanato e Artes em geral. Uma instituição que trazia, na veia de seus fundadores, o DNA revolucionário visto no design funcional projetado, radicalmente fora dos padrões culturais da época.

As experiências da Bauhaus são um marco na história do design moderno, tornando-se a base para o ensino do design em geral. Sua influência funcionalista chegou ao Brasil principalmente através de seu ex-aluno Max Bill, primeiro diretor da Escola de Ulm, uma das principais referências dos pioneiros no design brasileiro.

Você deve estar perguntando: "e o que isto tem a ver com Web 2.0?" Tenha a certeza de que TUDO.

Web 1.0, 2.0, 3.0 ou seja lá qual for o nome dado, nenhuma delas é capaz de alterar o lado atemporal do design. Em 33, víamos Gropius e cia. projetarem utensílios que hoje são encarados como modernos por todos nós. Víamos uma "trupe" de entusiastas que carregavam consigo um espírito revolucionário, sempre procurando adaptar a tecnologia existente a um funcionalismo que arrebatasse o consumidor. Esta filosofia de trabalho e pensamento é o que deveríamos chamar de Design.

Sem querer ser tachado de vanguardista, digo que pouco vemos isto hoje nos profissionais. A internet trouxe inúmeros benefícios à humanidade, mas potencializou a "castração" do interesse dos mais jovens em se aprofundar nos conhecimentos-base do design. Hoje em dia, operar Photoshop, Flash ou ser um Motion Designer de primeira é o alvo de muitos que, por culpa nossa também, pouco vêem ou lêem sobre Bauhaus, Alexandre Wollner, Paul Klee e tantos outros. Uma garotada inteligentíssima, cheia de força, mas sem conhecimento.

E a vida seria tão mais simples na web se tivéssemos gente preocupada com isso. Quanto vale um profissional que pensa assim, hein?


Fonte: www.imasters.com.br
Autor: falecom@viniciusmadureira.com.br

Mudar cor ambiente

Cartaz Lual Praia Azul

MR Sound

Estudar é uma obrigação. Evoluir, consequência.

Eu demorei, mas aprendi que criticar diretamente não é a melhor forma para se cativar as pessoas. Ainda estou tentando praticar de forma mais eficaz, é difícil, muito difícil, mas funciona. Contudo, existem situações onde a crítica é inevitável. Infelizmente esses momentos existem e nós precisamos estar sempre preparados para eles ? tanto para criticar quanto para receber uma crítica. Mas fazer uma crítica sem motivo ou razão e, principalmente, sem um conhecimento sólido que dê credibilidade a ela, é, no melhor dos casos, desprezível.

O pior é que ultimamente, com tanta mídia gratuita por aí, eu tenho notado muita gente se empolgando e embarcando na onda de "crítico matador", e simplesmente querendo fazer o papel do grande sábio e conhecedor de todos os assuntos, criticando a tudo e a todos sem o menor pudor ? e na maioria das vezes, sem a menor autoridade para tal.

Alguns pensam que girando a metralhadora e disparando críticas para todos os lados serão mais respeitados, ou sair logo criticando com todas as forças algo novo e recém lançado é um grande negócio para auto-promoção, e até mesmo que a crítica é a melhor forma de "falar que sabe tudo do assunto".

Mas, assim como a síndrome do seniorismo, onde muita gente se tornou consultor senior de negócios após um ano de estágio, a síndrome do criticismo está se alastrando rapidamente. Hoje em dia todo mundo acha bonito criticar, todo mundo acha bonito falar mal, chamar o código alheio de porcaria (adoraram fazer isso com o twitter, recentemente) e por aí vai. E o pior, o que está alimentando essa nova síndrome é o comportamento da maioria que tem respeitado e tem até sentido uma pontinha de medo de quem adora criticar tanto.

É muito fácil criticar, aliás, qualquer um pode criticar, condenar e queixar-se ? e a maioria dos idiotas faz isso. Por vezes é muito mais simples e não requer esforço e nem conhecimento, basta disparar qualquer asneira e pronto. HEY, pessoal, acordem!

Já do outro lado nem é preciso ser conhecedor do assunto criticado para entender a crítica, afinal, célebres frases como: "- Odeio o framework X", "- A API de fulano é horrível, deplorável" e "- O serviço do João é cheio de bugs", são muito fáceis de serem compreendidas e são ótimas para causar uma má interpretação do assunto. Mas eu me pergunto, por que a pessoa odeia o tal framework? Será por algum motivo que justifique a crítica, ou apenas porque antes da síndrome do criticismo esta pessoa já passou pela síndrome do seniorismo e agora, além de não saber a ferramenta, ainda a crítica? Ou por que a API do fulano de tal é tão ruim, não seria por que a API é REST e o crítico só sabe fazer integrações usando stored procedures? Ou quais seriam os tais bugs no serviço do João, será que existem de fato?

Eu não quero que este isso seja visto como uma crítica aos críticos, não é. De certa forma estou usando este espaço e escrevendo sobre isso exatamente pois tenho visto que muitos amigos e pessoas próximas com as quais tenho contato estão sofrendo da tal síndrome do criticismo. E isso é muito mais do que simplesmente chato, é frustrante.

A intenção é dar uma dica: estudem; estudem, ESTUDEM SEMPRE! Saibam ser humildes, tenham respeito pelo próximo e aprendam a admirar o trabalhos dos outros. Você será verdadeiramente respeitado e admirado ao dizer "- Parabéns pela sua implementação, sua idéia para resolver aquele problema foi ótima", muito mais do que criticando sem conhecer por pura falta de vontade e empenho em aprender; criticar de forma irresponsável somente vai trazer respeito e admiração de outros irresponsáveis e alienados.
Um exemplo simples e clássico

Eu estudei por muitos anos seguidos (há muito tempo atrás) e tive cerca de 4 anos de experiência profissional com Struts 1.x. Até hoje penso duas vezes antes de formular uma crítica a este velho conhecido e tão calejado framework. Tenho consciência que não sei sobre todos os detalhes do Struts e que posso ter compreendido ou até utilizado de forma errada um ou outro recurso, por isso sempre penso se sou a pessoa mais adequada para aquilo, principalmente quando estou inserido num cenário que sei que a minha opinião, por exemplo, poderá repercutir ou influenciar a opinião de outros. É preciso ter humildade para reconhecer que não se sabe tudo e responsabilidade para criticar.

Mas mesmo assim eu escuto/leio muita coisa ruim do Struts que vem de pessoas que estão começando a aprender JSF sem nunca ter tido qualquer experiência com outra ferramenta/framework antes. Que credibilidade dar a pessoas assim? Que credibilidade dar a uma pessoa que desdenha do código alheio sem nunca te-lo visto?

Responsabilidade, humildade e maturidade devem estar sempre juntas para te ajudar a manter-se em seu lugar e saber quando e como expor a sua opinião.


Fonte: www.imasters.com.br
Autor: www.jeveaux.com

Cuidado! Querem matar suas idéias!

Nós, profissionais criativos, desde cedo aprendemos o valor inestimável das idéias em nosso ramo de atuação. Somos antenas parabólicas de alta percepção, recebendo todas as idéias e agregando as referências em nosso subconsciente. Nosso objetivo é sempre encontrar a melhor idéia, a mais criativa, quebrando todos os paradigmas e servindo de referência futura com nossos trabalhos.

Porém, na medida em que nos relacionamos com o mercado, coisas estranhas começam a acontecer.

Inexplicavelmente, todos os caros conceitos estudados por anos a fio em cursos diversos passam a valer muito pouco, quase nada. Você começa a descobrir que é tratado como um maquiador (com todo o respeito que a classe merece), quando dizem que a estrutura está pronta, a AI também e que agora você tem que deixar "bonitinho" (sendo que o "bonitinho" é o feio bem arrumado, segundo um grande amigo). Como assim?

É duro, mas é verdade. Via de regra, nós, designers, somos vistos assim. Decoradores de interfaces, "enfeitadores" de estruras "prontas" e só.
Verdades absolutas são sempre questionáveis

Você está inserido num contexto racional, lógico. Os prazos são irreais, as condições são surreais e o salário ultrapassado (com essa merreca vivia-se bem há uns... 10 anos). Provavelmente lida com gerentes de projeto o tempo todo, com suas planilhas controladoras.

"Quanto tempo leva pra criar uma página?"

"Quanto tempo você leva pra fazer um banner?"

Tais perguntas perturbam seu atribulado sono: como tangenciar o intangível?
O corporativismo e o genocídio da criatividade

Corporativistas são chatos e pentelhos, por definição.

Quando são afrontados com argumentos com os quais não podem lidar, lembram, de forma nada sutil, que são eles que trazem dinheiro, clientes e negócios para a empresa e que, portanto, sem eles seu salário (nem mesmo seu emprego) existiria.

Tratam o criativo como os artesãos hippies das praias badaladas em época de temporada, com aquele ar de "ele é tão criativo e talentoso, mas não sabe ganhar dinheiro". Então, como bom samaritanos, fazem a gentileza de comercializar, de maneira eficiente, seus devaneios criativos.
Certo? Errado.

Não demorará muito pra exibirem páginas amareladas de algum anuário de propaganda, dando ordens pra que você COPIE determinada solução gráfica. Ou, pior, passam urls do tipo template monster, dizendo que "é só pegar uma idéia dessas aqui, mudar o loguinho, dar um tapa e pronto". Não é impossível ser criativo numa realidade assim. Talvez seja melhor vender artesanato na praia.

Nunca se esqueça:

1. Você é criativo, portanto, deve estar em ambientes que possibilitem a livre expressão;
2. Para um criativo, a empresa é uma continuação do home studio. Se você vai para o trabalho deprimido, algo está errado;
3. Se o seu chefe não respeita o trabalho de outros, mandando fazer uma cópia, jamais respeitará o seu;
4. Você é capaz, sabe o que quer e, sim, pode adquirir (se é que já não tem) tino comercial. Não precisa que ninguém comercialize seu trabalho. Você mesmo pode fazer isso;
5. Seja feliz, sempre. Se algo lhe deixa triste, mude o paradigma e busque novos horizontes. Azar de quem não soube reconhecer o seu valor.


Fonte: www.imasters.com.br
Autor: www.fabianoweb.net/blog