Mesmo com o lançamento de versões beta dos principais browsers, prontos para receber o HTML5, profissionais ainda enfrentam dificuldades em realizar o trabalho de webstandards nos dias de hoje.
Nas últimas semanas muito falou-se das novas versões de browsers que serão colocadas à disposição dos usuários nos próximos meses. Alguns esperam para ver se a gigante Microsoft recuperará o mercado e outros acompanham as novidades de Mozilla e Google com suas versões beta do Firefox 4 e do Chrome 6.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Animações em Javascript com JQuery
O que você acha de fazer animações simples com Javascript? Interessante? Então vem comigo!
Com freqüência eu venho mostrando as inúmeras vantagens de se usar o JQuery. Hoje eu vou mostrar uma forte vantagem: criar pequenas animações!
Para fazer isso, utilizaremos o método animate do JQuery.
Com freqüência eu venho mostrando as inúmeras vantagens de se usar o JQuery. Hoje eu vou mostrar uma forte vantagem: criar pequenas animações!
Para fazer isso, utilizaremos o método animate do JQuery.
domingo, 10 de outubro de 2010
Ganhos visuais com o CSS3
Ganhos visuais com o CSS3
Chris Coyier, web designer que mantém o blog CSS-Tricks, escreveu em seu perfil no Twitter que o "CSS é como o xadrez. Você pode aprender os princípios básicos em um dia, e passar a vida inteira se especializando". De fato, o CSS é a linguagem mais fácil de ser aprendida, possuindo uma sintaxe bem simples. Porém, criar páginas com layouts bem elaborados usando CSS, assim como conhecer todos os seus macetes, exige tempo e experiência.
Chris Coyier, web designer que mantém o blog CSS-Tricks, escreveu em seu perfil no Twitter que o "CSS é como o xadrez. Você pode aprender os princípios básicos em um dia, e passar a vida inteira se especializando". De fato, o CSS é a linguagem mais fácil de ser aprendida, possuindo uma sintaxe bem simples. Porém, criar páginas com layouts bem elaborados usando CSS, assim como conhecer todos os seus macetes, exige tempo e experiência.
HTML 5: turbulências para 2010!
HTML 5: turbulências para 2010!
Depois de um final de ano cheio de novidades com o surgimento de novas tecnologias, tendências e lançamentos, iniciamos 2010 com força total. A discussão foi grande em relação à migração.
Para quem acha que não está na hora de mudar, nos últimos dias uma das maiores empresas do mundo, o Google, anunciou que, a partir de 1º de março, vai parar de dar suporte a navegadores como IE 6 e versões antigas do Firefox e Safari. Somente alguns de seus serviços estarão disponíveis para navegadores antigos, como Docs e Calendar.
Toda esta revolução teve efeito depois que o Google sofreu o seu o maior ataque de hackers. A empresa cita a falta de segurança de navegadores como IE6. Este fator pode ser decisivo para a atualização dos navegadores, facilitando a migração para o HTML 5.
As novidades não param por aí.
Para que achava que iria ser desperdício começar a aprender sobre o HTML5, temos ainda outra novidade que irá forçar a migração para o HMTL5: Steve Jobs anunciou, no lançamento do Ipad, que o aparelho não terá suporte ao Adobe Flash. Ele deixou bem claro que a internet está migrando para o HTML 5 e que problemas no plug-in do Adobe são fatores que levaram a decisão de não fornecer o suporte.
O YouTube anunciou recentemente que desenvolverá um novo player de vídeo compatível para a nova TAG do HTML 5
Depois de um final de ano cheio de novidades com o surgimento de novas tecnologias, tendências e lançamentos, iniciamos 2010 com força total. A discussão foi grande em relação à migração.
Para quem acha que não está na hora de mudar, nos últimos dias uma das maiores empresas do mundo, o Google, anunciou que, a partir de 1º de março, vai parar de dar suporte a navegadores como IE 6 e versões antigas do Firefox e Safari. Somente alguns de seus serviços estarão disponíveis para navegadores antigos, como Docs e Calendar.
Toda esta revolução teve efeito depois que o Google sofreu o seu o maior ataque de hackers. A empresa cita a falta de segurança de navegadores como IE6. Este fator pode ser decisivo para a atualização dos navegadores, facilitando a migração para o HTML 5.
As novidades não param por aí.
Para que achava que iria ser desperdício começar a aprender sobre o HTML5, temos ainda outra novidade que irá forçar a migração para o HMTL5: Steve Jobs anunciou, no lançamento do Ipad, que o aparelho não terá suporte ao Adobe Flash. Ele deixou bem claro que a internet está migrando para o HTML 5 e que problemas no plug-in do Adobe são fatores que levaram a decisão de não fornecer o suporte.
O YouTube anunciou recentemente que desenvolverá um novo player de vídeo compatível para a nova TAG do HTML 5
Como usar a Google Font API
Como usar a Google Font API
Durante a Conferência Google I/O 2010, o Google lançou seu diretório com fontes para web em alta qualidade para serem usados através da Google Font API.
A Google Font API foi criada para auxiliar o uso de fontes em qualquer página web independentemente do navegador que é usado. Veja algumas vantagens:
• Economia de Banda;
• Fácil de usar;
• Suporte para estilos;
• Não é necessária a conversão para o formato suportado pelo IE;
• Fontes Open Source.
Desvantagens:
• Pouca variedade de fontes, por enquanto.
Google Font Directory
A Google também criou o Google Font Directory, um catálogo de fontes de alta qualidade para quem utiliza a Font API, basta escolher uma fonte e copiar o código. As fontes do diretório são open source e podem ser usadas em qualquer projeto comercial ou não comercial. Confira as fontes disponíveis.
Tudo isso na prática
Tudo é muito bom e bonito, mas como usar? Além de bom e bonito, é muito mais fácil do que se imagina, segue um código de exemplo:
Legal, né? Vamos trabalhar um pouco mais com essa API. Vamos ver como determinar uma família de fontes e estilos em nossa url. Começamos com a URL básica da Google Font API.
http://fonts.googleapis.com/css
Em seguida, adicione o parâmetro family na URL, com uma ou mais fontes que deseja carregar, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Inconsolata
Para solicitar mais famílias de fontes, use o caractere Pipe ( | ) para separar os nomes, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Tangerine|Inconsolata|Droid+Sans
Atenção: em nomes que são separados por espaço, utilize o sinal de mais ( + ) para substituir os espaços.
A API também permite customizar o estilo da família de fontes que você acabou de carregar, basta colocar dois pontos ( : ) ao nome da família e chamar os estilos que deseja, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Cantarell:italic|Droid+Serif:bold
Para saber quais estilos a fonte suporta, consulte a fonte no Google Font Directory
WebFont Loader
O WebFont Loader é uma biblioteca em JavaScript que permite ter mais controle sobre o carregamento da Font API. Vamos ver um exemplo na prática:
Esse exemplo exibe o texto no padrão serif e, após carregar as fontes, exibe o texto nas fontes especificadas. Também é possível usar o WebFont Loader com o Google AJAX API. Para saber mais sobre o WebFont Loader, clique aqui.
Fonte: Imasters
Durante a Conferência Google I/O 2010, o Google lançou seu diretório com fontes para web em alta qualidade para serem usados através da Google Font API.
A Google Font API foi criada para auxiliar o uso de fontes em qualquer página web independentemente do navegador que é usado. Veja algumas vantagens:
• Economia de Banda;
• Fácil de usar;
• Suporte para estilos;
• Não é necessária a conversão para o formato suportado pelo IE;
• Fontes Open Source.
Desvantagens:
• Pouca variedade de fontes, por enquanto.
Google Font Directory
A Google também criou o Google Font Directory, um catálogo de fontes de alta qualidade para quem utiliza a Font API, basta escolher uma fonte e copiar o código. As fontes do diretório são open source e podem ser usadas em qualquer projeto comercial ou não comercial. Confira as fontes disponíveis.
Tudo isso na prática
Tudo é muito bom e bonito, mas como usar? Além de bom e bonito, é muito mais fácil do que se imagina, segue um código de exemplo:
Google Font API + Google Font Directory!
Legal, né? Vamos trabalhar um pouco mais com essa API. Vamos ver como determinar uma família de fontes e estilos em nossa url. Começamos com a URL básica da Google Font API.
http://fonts.googleapis.com/css
Em seguida, adicione o parâmetro family na URL, com uma ou mais fontes que deseja carregar, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Inconsolata
Para solicitar mais famílias de fontes, use o caractere Pipe ( | ) para separar os nomes, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Tangerine|Inconsolata|Droid+Sans
Atenção: em nomes que são separados por espaço, utilize o sinal de mais ( + ) para substituir os espaços.
A API também permite customizar o estilo da família de fontes que você acabou de carregar, basta colocar dois pontos ( : ) ao nome da família e chamar os estilos que deseja, por exemplo:
http://fonts.googleapis.com/css?family=Cantarell:italic|Droid+Serif:bold
Para saber quais estilos a fonte suporta, consulte a fonte no Google Font Directory
WebFont Loader
O WebFont Loader é uma biblioteca em JavaScript que permite ter mais controle sobre o carregamento da Font API. Vamos ver um exemplo na prática:
Usando Cantarell
Usando Tangerine!
Esse exemplo exibe o texto no padrão serif e, após carregar as fontes, exibe o texto nas fontes especificadas. Também é possível usar o WebFont Loader com o Google AJAX API. Para saber mais sobre o WebFont Loader, clique aqui.
Fonte: Imasters
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Peças Publicitarias
As mídias e suas aplicações
Você nunca parou para se perguntar para quê exatamente cada mídia serve? Na verdade, essa resposta pode ser um tanto ampla e, muitas vezes, as pessoas acabam generalizando o uso dessas ferramentas, cometendo erros. Veja as dicas sobre os tipos de mídia.
Cada mídia foi desenvolvida de forma que possa ser útil e desempenhe sua função com maior eficácia. A maneira certa de se pensar é: onde serão distribuídos? A diferença da logística de distribuição interferirá no resultado? Por exemplo: o folder, folheto ou filipeta tem muito texto e imagens variadas, a distribuição em um semáforo (sinal) numa rua de alto fluxo de pedestres ou na entrada de alunos de uma escola não alcançará uma boa divulgação pois, estes não terão tempo para lê-lo, então pensaremos “irão ler em casa!”. Você verá que isso não acontece de fato se o folheto não prendê-lo de imediato. Para folhetos de muito texto a distribuição pode ser em residências e lugares onde as pessoas não estão com pressa e os folhetos de impacto com imagens e pouco texto poderão ser utilizados em locais mais agitados, mas, o designer deve desenvolver um layout para que a leitura seja rápida e uniforme.
Flyer/folheto
Folheto promocional, composto de uma folha com cortes e dobras. Costuma-se usar uma folha A4 (20×30cm) e dividí-la em dois ou quatro cortes iguais. Contém textos explicativos sobre o produto/serviço com maiores detalhes. O Flyer ou Folheto clássico pode ser 4/4 (cores na frente e verso) ou 4/1 (cores na frente e verso com tons de cinza) ou ainda 4×0 (cores na frente e nenhuma cor atrás). Em geral folhetos são utilizados como peças publicitárias de baixo custo produtivo e criadas para ter alto impacto visual e apelativo.
Filipeta
Mesma especificação do anterior, sendo a única diferença no seu formato, a filipeta é mais esticada, como o nome sugere. Bom para usar propaganda explicativa seriada (cardápios de pizzas e valores, dias de eventos e cantores que se apresentarão, cursos oferecidos pela escola e etc…), em produtos e em suas embalagens.
Folder
O folder permite vários cortes ou dobras criativos para chamar a atenção e organizar a informação. Pode ser circular, retangular e com o uso de facas gráficas especiais, poderá ter um formato de um cachorro, um perfume, carro ou qualquer outra imagem. É o modelo mais utilizado para atingir público alvo específico, pois suas características são ideais em conjunto com um designer criativo e original.
Cartão
Cartão de visita como já diz o nome é um atrativo para o cliente visitá-lo ou estabelecer um possível contato. Então é necessário seguir regras básicas para que essa ferramenta não seja ignorada, como acontece com muitas empresas. Não podemos transformar o cartão num folder, num panfleto ou em uma placa. Este divulgador deve ser limpo, direto ao assunto, agradável aos olhos, com os dados fáceis de ler e rápida leitura ocular.
Postal
O postal pode ser um excelente divulgador de seu serviço/produto/empresa, usado com criatividade como é na Europa e Canadá. Impresso em papel encorpado, pode ser feito em 4×1 ou 4×4. O Postal Duplo apresenta as medidas 9×10, o Triplo, 9×15cm (medida de 3 cartões) ou Postal Quádruplo de 10×18cm (medida 4 cartões). Ótimo para enviar para futuros clientes em datas comemorativas com temas relacionados a estes, e paisagens da cidade onde esteja a sede ou filiais da empresa. Um e-mail (correio eletrônico) é prático, mas as cartas continuam criando sensações e acalentando emoções que nenhum outro meio consegue, pense nisso.
Cartaz
Peça impressa de um só lado, geralmente apresenta grandes dimensões, para ser afixada em locais abertos (ambientes amplos ou ao ar livre), destinada a dar informações comerciais ou a anunciar eventos, como exposições, espetáculos, etc. O cartaz costuma ter um trabalho visual mais apelativo, tentando uma comunicação rápida. Por isso, é uma das principais ferramentas usadas na comunicação e no desenvolvimento das organizações modernas, além de um recurso cada vez mais utilizado pelas empresas e instituições com a finalidade de atingir objetivos estratégicos. Pode realizar também funções sociais e econômicas. A comunicação através do cartaz é uma das formas mais eficazes encontradas por essas organizações para se relacionarem com o mercado.
Sobre suas utilizações
Qual é o tipo de pessoa que você quer alcançar? Onde estarão fixados esses cartazes? Lojas, corredores, pontos de ônibus, totens em shoppings, quadros de avisos em repartições públicas, igrejas, internos nos ônibus, metrôs? Qual é a distância que essas pessoas poderão ler as informações do cartaz com legibilidade? Qual é a distância mínima e máxima que o cartaz terá para despertar interesse? Qual é a camada social? Qual é a religião? Será que existe alguma cor que provoque repulsa, será que tem alguma imagem que provoque ira ao invés de desejo e atração? Como fazer para ele não cansar as vistas, não embasar os olhos? Qual é o tipo de fonte – letra – que deve ser usada para o público alvo? O público alvo tem algum tipo de estereótipo como altura para que seja calculada a altura de fixação desses cartazes? Ou de utilização de óculos? Linguagem regional? Esses dados permitirão o cálculo de velocidade que essas pessoas terão para absorver as informações que terão nos cartazes antes de continuarem seus afazeres diários.
A escolha da mídia correta está diretamente ligada à estratégia de marketing da empresa. Por isso, uma análise prévia de mercado é imprescindível. Reunir o máximo de informações antes de optar por essa ou aquela ferramenta de comunicação aumenta as chances de acerto. Portanto, na hora de escolher o tipo de mídia que será utilizado, esteja atento para não transformar seu investimento em mais uma despesa.
Fonte www.atualcard.com.br
Você nunca parou para se perguntar para quê exatamente cada mídia serve? Na verdade, essa resposta pode ser um tanto ampla e, muitas vezes, as pessoas acabam generalizando o uso dessas ferramentas, cometendo erros. Veja as dicas sobre os tipos de mídia.
Cada mídia foi desenvolvida de forma que possa ser útil e desempenhe sua função com maior eficácia. A maneira certa de se pensar é: onde serão distribuídos? A diferença da logística de distribuição interferirá no resultado? Por exemplo: o folder, folheto ou filipeta tem muito texto e imagens variadas, a distribuição em um semáforo (sinal) numa rua de alto fluxo de pedestres ou na entrada de alunos de uma escola não alcançará uma boa divulgação pois, estes não terão tempo para lê-lo, então pensaremos “irão ler em casa!”. Você verá que isso não acontece de fato se o folheto não prendê-lo de imediato. Para folhetos de muito texto a distribuição pode ser em residências e lugares onde as pessoas não estão com pressa e os folhetos de impacto com imagens e pouco texto poderão ser utilizados em locais mais agitados, mas, o designer deve desenvolver um layout para que a leitura seja rápida e uniforme.
Flyer/folheto
Folheto promocional, composto de uma folha com cortes e dobras. Costuma-se usar uma folha A4 (20×30cm) e dividí-la em dois ou quatro cortes iguais. Contém textos explicativos sobre o produto/serviço com maiores detalhes. O Flyer ou Folheto clássico pode ser 4/4 (cores na frente e verso) ou 4/1 (cores na frente e verso com tons de cinza) ou ainda 4×0 (cores na frente e nenhuma cor atrás). Em geral folhetos são utilizados como peças publicitárias de baixo custo produtivo e criadas para ter alto impacto visual e apelativo.
Filipeta
Mesma especificação do anterior, sendo a única diferença no seu formato, a filipeta é mais esticada, como o nome sugere. Bom para usar propaganda explicativa seriada (cardápios de pizzas e valores, dias de eventos e cantores que se apresentarão, cursos oferecidos pela escola e etc…), em produtos e em suas embalagens.
Folder
O folder permite vários cortes ou dobras criativos para chamar a atenção e organizar a informação. Pode ser circular, retangular e com o uso de facas gráficas especiais, poderá ter um formato de um cachorro, um perfume, carro ou qualquer outra imagem. É o modelo mais utilizado para atingir público alvo específico, pois suas características são ideais em conjunto com um designer criativo e original.
Cartão
Cartão de visita como já diz o nome é um atrativo para o cliente visitá-lo ou estabelecer um possível contato. Então é necessário seguir regras básicas para que essa ferramenta não seja ignorada, como acontece com muitas empresas. Não podemos transformar o cartão num folder, num panfleto ou em uma placa. Este divulgador deve ser limpo, direto ao assunto, agradável aos olhos, com os dados fáceis de ler e rápida leitura ocular.
Postal
O postal pode ser um excelente divulgador de seu serviço/produto/empresa, usado com criatividade como é na Europa e Canadá. Impresso em papel encorpado, pode ser feito em 4×1 ou 4×4. O Postal Duplo apresenta as medidas 9×10, o Triplo, 9×15cm (medida de 3 cartões) ou Postal Quádruplo de 10×18cm (medida 4 cartões). Ótimo para enviar para futuros clientes em datas comemorativas com temas relacionados a estes, e paisagens da cidade onde esteja a sede ou filiais da empresa. Um e-mail (correio eletrônico) é prático, mas as cartas continuam criando sensações e acalentando emoções que nenhum outro meio consegue, pense nisso.
Cartaz
Peça impressa de um só lado, geralmente apresenta grandes dimensões, para ser afixada em locais abertos (ambientes amplos ou ao ar livre), destinada a dar informações comerciais ou a anunciar eventos, como exposições, espetáculos, etc. O cartaz costuma ter um trabalho visual mais apelativo, tentando uma comunicação rápida. Por isso, é uma das principais ferramentas usadas na comunicação e no desenvolvimento das organizações modernas, além de um recurso cada vez mais utilizado pelas empresas e instituições com a finalidade de atingir objetivos estratégicos. Pode realizar também funções sociais e econômicas. A comunicação através do cartaz é uma das formas mais eficazes encontradas por essas organizações para se relacionarem com o mercado.
Sobre suas utilizações
Qual é o tipo de pessoa que você quer alcançar? Onde estarão fixados esses cartazes? Lojas, corredores, pontos de ônibus, totens em shoppings, quadros de avisos em repartições públicas, igrejas, internos nos ônibus, metrôs? Qual é a distância que essas pessoas poderão ler as informações do cartaz com legibilidade? Qual é a distância mínima e máxima que o cartaz terá para despertar interesse? Qual é a camada social? Qual é a religião? Será que existe alguma cor que provoque repulsa, será que tem alguma imagem que provoque ira ao invés de desejo e atração? Como fazer para ele não cansar as vistas, não embasar os olhos? Qual é o tipo de fonte – letra – que deve ser usada para o público alvo? O público alvo tem algum tipo de estereótipo como altura para que seja calculada a altura de fixação desses cartazes? Ou de utilização de óculos? Linguagem regional? Esses dados permitirão o cálculo de velocidade que essas pessoas terão para absorver as informações que terão nos cartazes antes de continuarem seus afazeres diários.
A escolha da mídia correta está diretamente ligada à estratégia de marketing da empresa. Por isso, uma análise prévia de mercado é imprescindível. Reunir o máximo de informações antes de optar por essa ou aquela ferramenta de comunicação aumenta as chances de acerto. Portanto, na hora de escolher o tipo de mídia que será utilizado, esteja atento para não transformar seu investimento em mais uma despesa.
Fonte www.atualcard.com.br
segunda-feira, 10 de maio de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Dicas para otimizar sites em Flash para o Google
Sites em Flash têm sérios problemas quando envolvem indexação em buscadores e acompanhamento de estatísticas. Porém, os serviços da Google podem dar uma “ajudinha” na hora de monitorar o que acontece com seu site, bem como uma força na hora de indexar e disponibilizar seu site no topo dos buscador.
Antes de criar um site em Flash, tenha em mente que ele é bom para ilustrar uma história, mas não para descrevê-la. Outro detalhe: fuja de introdução em Flash para qualquer site!
Primeiramente, algumas dicas para indexar melhor o site no Google. Afinal, como sabemos, embora o Google indexe arquivos em Flash, ele não entende “flashês” por inteiro.
Textos ocultos e alguns truques sujos podem banir definitivamente seu site das buscas, portando, a forma mais fácil de ter um melhor ranking no Google pode ser o uso correto dos links. Lembre-se que o Google leva em consideração a quantidade de qualidade de links voltados para seu site, portanto dedique o maior tempo de otimização para cuidar dos links que apontam para ele.
Abusar do META pode ser importante. Afinal, ela pode ser a única coisa legível em seu site e a tag META pode falar muito sobre seu site aos buscadores, como qualquer página em SWF deve ficar dentro de um arquivo HTML, abuse da descrição nesta tag, principalmente do parâmetro “Description”.
Páginas alternativas, somente em HTML, podem ajudar muito na indexação do conteúdo. Recomendadas até pelo próprio Google, páginas alternativas podem ser criadas, desde que a página onde está o filme seja excluído da indexação no arquivo robots.txt de seu site.
Uma forma prática de mostrar ao Google seu site em flash é criar um Sitemap. O Google Sitemaps é uma maneira fácil de enviar todos os seus URLs para o índice do Google e obter relatórios detalhados sobre a visibilidade das suas páginas no buscador. Com o Google Sitemaps, você pode manter o Google informado sobre todas as suas páginas atuais e quando essas páginas são alteradas. Tenha em mente que o envio de um Sitemap não garante que todas as páginas de seu site serão rastreadas ou incluídas nos resultados de pesquisa.
Utilizando o Google Analytics para monitorar estatísticas, metas e banners
Ter estatísticas somente da primeira página pode ser um problema pra quem desenvolve sites em Flash.
O Google Analytics permite que você monitore qualquer evento baseado no navegador, incluindo eventos em Flash. Para monitorar um evento, chame a função urchinTracker().
on(release) {
// eventos sem ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
}
ou
on(release) {
//eventos com ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
_root.gotoAndPlay(3);
myVar = “Evento em Flash”
}
O código acima fará com que cada ocorrência do evento em Flash seja registrada como se fosse uma exibição de página de /pasta/arquivo. Para verificar se o urchinTracker está recebendo a chamada corretamente, você pode verificar o relatório Conteúdo principal 24 a 48 horas depois que o código de monitoramento tiver sido executado. O nome da página atribuído deve estar no relatório.
Já o código abaixo ajuda a monitorar se seus usuários estão clicando em um banner em flash. Esse código faz com que cada clique no banner seja registrado como se fosse uma visita de página denominada /banners/anunciante/nome_do_banner. Você pode usar qualquer estrutura de pasta/nome de arquivo desejada. É uma boa idéia registrar todos os seus anúncios em banners em uma estrutura lógica de diretório como mostrado no exemplo.
on(release) {
getURL(“javascript:urchinTracker
(‘/banners/anunciante/nome_do_banner’);”);
getURL(“http://www.siteanunciado.com”);
}
Para finalizar, quer ver como o Google e outros sites de busca visualizam seu site em Flash? O site SE-Flash promete mostrar como seu site é visto pelos olhos dos Crawnlers espalhados pela Internet.
Fonte: http://www.undergoogle.com
Autor: Fernando Kanarski
Antes de criar um site em Flash, tenha em mente que ele é bom para ilustrar uma história, mas não para descrevê-la. Outro detalhe: fuja de introdução em Flash para qualquer site!
Primeiramente, algumas dicas para indexar melhor o site no Google. Afinal, como sabemos, embora o Google indexe arquivos em Flash, ele não entende “flashês” por inteiro.
Textos ocultos e alguns truques sujos podem banir definitivamente seu site das buscas, portando, a forma mais fácil de ter um melhor ranking no Google pode ser o uso correto dos links. Lembre-se que o Google leva em consideração a quantidade de qualidade de links voltados para seu site, portanto dedique o maior tempo de otimização para cuidar dos links que apontam para ele.
Abusar do META pode ser importante. Afinal, ela pode ser a única coisa legível em seu site e a tag META pode falar muito sobre seu site aos buscadores, como qualquer página em SWF deve ficar dentro de um arquivo HTML, abuse da descrição nesta tag, principalmente do parâmetro “Description”.
Páginas alternativas, somente em HTML, podem ajudar muito na indexação do conteúdo. Recomendadas até pelo próprio Google, páginas alternativas podem ser criadas, desde que a página onde está o filme seja excluído da indexação no arquivo robots.txt de seu site.
Uma forma prática de mostrar ao Google seu site em flash é criar um Sitemap. O Google Sitemaps é uma maneira fácil de enviar todos os seus URLs para o índice do Google e obter relatórios detalhados sobre a visibilidade das suas páginas no buscador. Com o Google Sitemaps, você pode manter o Google informado sobre todas as suas páginas atuais e quando essas páginas são alteradas. Tenha em mente que o envio de um Sitemap não garante que todas as páginas de seu site serão rastreadas ou incluídas nos resultados de pesquisa.
Utilizando o Google Analytics para monitorar estatísticas, metas e banners
Ter estatísticas somente da primeira página pode ser um problema pra quem desenvolve sites em Flash.
O Google Analytics permite que você monitore qualquer evento baseado no navegador, incluindo eventos em Flash. Para monitorar um evento, chame a função urchinTracker().
on(release) {
// eventos sem ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
}
ou
on(release) {
//eventos com ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
_root.gotoAndPlay(3);
myVar = “Evento em Flash”
}
O código acima fará com que cada ocorrência do evento em Flash seja registrada como se fosse uma exibição de página de /pasta/arquivo. Para verificar se o urchinTracker está recebendo a chamada corretamente, você pode verificar o relatório Conteúdo principal 24 a 48 horas depois que o código de monitoramento tiver sido executado. O nome da página atribuído deve estar no relatório.
Já o código abaixo ajuda a monitorar se seus usuários estão clicando em um banner em flash. Esse código faz com que cada clique no banner seja registrado como se fosse uma visita de página denominada /banners/anunciante/nome_do_banner. Você pode usar qualquer estrutura de pasta/nome de arquivo desejada. É uma boa idéia registrar todos os seus anúncios em banners em uma estrutura lógica de diretório como mostrado no exemplo.
on(release) {
getURL(“javascript:urchinTracker
(‘/banners/anunciante/nome_do_banner’);”);
getURL(“http://www.siteanunciado.com”);
}
Para finalizar, quer ver como o Google e outros sites de busca visualizam seu site em Flash? O site SE-Flash promete mostrar como seu site é visto pelos olhos dos Crawnlers espalhados pela Internet.
Fonte: http://www.undergoogle.com
Autor: Fernando Kanarski
Capacidade criativa e a nova cara do Design!
Um novo e autêntico design está surgindo na internet. Tendencioso ou não, o bom design promete, e já causa bons resultados. Se o projeto é feito para causar impacto, e uma boa idéia é aliada, ninguém segura a campanha! Tá aí essa história de marketing viral para comprovar!
Ao ler meus e-mails novos, recebi um que me chamou muita atenção. Na certa, outros com mesmo estilo passaram por mim, mas esse ai é novo e foi o que me inspirou a escrever esse artigo. Acredito que esse promete tornar-se uma grande estratégia de marketing viral na internet! Como recebi por e-mail e gostei do resultado, resolvi encaminhar. Se a propaganda é boa, não custa nada repassá-la, não é verdade?
Acredito que essa seja a nova cara do design: criativo, reflexivo, bonito, viral e principalmente: fixa o espectador para a leitura completa do anúncio.
Uma campanha hoje exige total capacidade criativa. Lançar um produto ou divulgar uma marca exige muito do diretor criativo, principalmente porque a mídia - toda e em qualquer forma - está poluída de anúncios ruins, feito por sobrinhos* que acreditam fielmente serem designers.
O bom é que nem tudo está perdido, graças ao nosso subconsciente seletivo que coleta e guarda apenas propagandas bem feitas. E é aí que a criatividade e a inovação imperam!
Quando um cliente pede alguma campanha, online ou não, o processo criativo pode demorar horas ou segundos para surgir. E ela pode vir durante a própria conversa com o cliente, ou até mesmo naquele período reflexivo antes de dormir.
Um pouco dessa "trava" em nosso consciente criativo vem do processo da falta da liberdade de se expressar, pois ainda há clientes que preferem não sair da rotina. Um produto comum pode se tornar estrela de uma grande campanha publicitária!
E vai aí uma boa dica: um bom método de aumentar sua capacidade de criar é coletar e guardar o maior número de referências possíveis. Isso serve tanto para campanhas como para a criação de anúncios institucionais ou simples. Vale lembrar que isso não é cópia, e sim, uma busca por tendências de outros designers.
* Retirado do livro Google Marketing:
"No jargão publicitário, sobrinho é aquele garoto que, com a tecnologia barata e acessível, aprendeu a fazer sites, banners e outras parafernálias tecnopublicitárias, mas que não entende nada de mercado ou da ciência que é o marketing. O termo da frase "O meu sobrinho que fez os sites da minha empresa" tão empregado por empresários que consideram a internet dispensável e de menor importância".
Fonte: www.imasters.com
Autor: www.brunamilagres.com.br
Ao ler meus e-mails novos, recebi um que me chamou muita atenção. Na certa, outros com mesmo estilo passaram por mim, mas esse ai é novo e foi o que me inspirou a escrever esse artigo. Acredito que esse promete tornar-se uma grande estratégia de marketing viral na internet! Como recebi por e-mail e gostei do resultado, resolvi encaminhar. Se a propaganda é boa, não custa nada repassá-la, não é verdade?
Acredito que essa seja a nova cara do design: criativo, reflexivo, bonito, viral e principalmente: fixa o espectador para a leitura completa do anúncio.
Uma campanha hoje exige total capacidade criativa. Lançar um produto ou divulgar uma marca exige muito do diretor criativo, principalmente porque a mídia - toda e em qualquer forma - está poluída de anúncios ruins, feito por sobrinhos* que acreditam fielmente serem designers.
O bom é que nem tudo está perdido, graças ao nosso subconsciente seletivo que coleta e guarda apenas propagandas bem feitas. E é aí que a criatividade e a inovação imperam!
Quando um cliente pede alguma campanha, online ou não, o processo criativo pode demorar horas ou segundos para surgir. E ela pode vir durante a própria conversa com o cliente, ou até mesmo naquele período reflexivo antes de dormir.
Um pouco dessa "trava" em nosso consciente criativo vem do processo da falta da liberdade de se expressar, pois ainda há clientes que preferem não sair da rotina. Um produto comum pode se tornar estrela de uma grande campanha publicitária!
E vai aí uma boa dica: um bom método de aumentar sua capacidade de criar é coletar e guardar o maior número de referências possíveis. Isso serve tanto para campanhas como para a criação de anúncios institucionais ou simples. Vale lembrar que isso não é cópia, e sim, uma busca por tendências de outros designers.
* Retirado do livro Google Marketing:
"No jargão publicitário, sobrinho é aquele garoto que, com a tecnologia barata e acessível, aprendeu a fazer sites, banners e outras parafernálias tecnopublicitárias, mas que não entende nada de mercado ou da ciência que é o marketing. O termo da frase "O meu sobrinho que fez os sites da minha empresa" tão empregado por empresários que consideram a internet dispensável e de menor importância".
Fonte: www.imasters.com
Autor: www.brunamilagres.com.br
Bauhaus e a Web 2.0
Em outubro, a Alemanha se engaja numa celebração cultural digna de um registro cinematográfico. Berlim celebrará os 90 anos da Bauhaus, a escola de design mais influente de todos os tempos. Uma exposição cobrirá os 14 anos (1919-1933) deste movimento de vanguarda que influenciou designers em todo o mundo, passando pela arquitetura e a cenografia.
A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, com a intenção de combinar a Arquiteutra, o Artesanato e Artes em geral. Uma instituição que trazia, na veia de seus fundadores, o DNA revolucionário visto no design funcional projetado, radicalmente fora dos padrões culturais da época.
As experiências da Bauhaus são um marco na história do design moderno, tornando-se a base para o ensino do design em geral. Sua influência funcionalista chegou ao Brasil principalmente através de seu ex-aluno Max Bill, primeiro diretor da Escola de Ulm, uma das principais referências dos pioneiros no design brasileiro.
Você deve estar perguntando: "e o que isto tem a ver com Web 2.0?" Tenha a certeza de que TUDO.
Web 1.0, 2.0, 3.0 ou seja lá qual for o nome dado, nenhuma delas é capaz de alterar o lado atemporal do design. Em 33, víamos Gropius e cia. projetarem utensílios que hoje são encarados como modernos por todos nós. Víamos uma "trupe" de entusiastas que carregavam consigo um espírito revolucionário, sempre procurando adaptar a tecnologia existente a um funcionalismo que arrebatasse o consumidor. Esta filosofia de trabalho e pensamento é o que deveríamos chamar de Design.
Sem querer ser tachado de vanguardista, digo que pouco vemos isto hoje nos profissionais. A internet trouxe inúmeros benefícios à humanidade, mas potencializou a "castração" do interesse dos mais jovens em se aprofundar nos conhecimentos-base do design. Hoje em dia, operar Photoshop, Flash ou ser um Motion Designer de primeira é o alvo de muitos que, por culpa nossa também, pouco vêem ou lêem sobre Bauhaus, Alexandre Wollner, Paul Klee e tantos outros. Uma garotada inteligentíssima, cheia de força, mas sem conhecimento.
E a vida seria tão mais simples na web se tivéssemos gente preocupada com isso. Quanto vale um profissional que pensa assim, hein?
Fonte: www.imasters.com.br
Autor: falecom@viniciusmadureira.com.br
A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, com a intenção de combinar a Arquiteutra, o Artesanato e Artes em geral. Uma instituição que trazia, na veia de seus fundadores, o DNA revolucionário visto no design funcional projetado, radicalmente fora dos padrões culturais da época.
As experiências da Bauhaus são um marco na história do design moderno, tornando-se a base para o ensino do design em geral. Sua influência funcionalista chegou ao Brasil principalmente através de seu ex-aluno Max Bill, primeiro diretor da Escola de Ulm, uma das principais referências dos pioneiros no design brasileiro.
Você deve estar perguntando: "e o que isto tem a ver com Web 2.0?" Tenha a certeza de que TUDO.
Web 1.0, 2.0, 3.0 ou seja lá qual for o nome dado, nenhuma delas é capaz de alterar o lado atemporal do design. Em 33, víamos Gropius e cia. projetarem utensílios que hoje são encarados como modernos por todos nós. Víamos uma "trupe" de entusiastas que carregavam consigo um espírito revolucionário, sempre procurando adaptar a tecnologia existente a um funcionalismo que arrebatasse o consumidor. Esta filosofia de trabalho e pensamento é o que deveríamos chamar de Design.
Sem querer ser tachado de vanguardista, digo que pouco vemos isto hoje nos profissionais. A internet trouxe inúmeros benefícios à humanidade, mas potencializou a "castração" do interesse dos mais jovens em se aprofundar nos conhecimentos-base do design. Hoje em dia, operar Photoshop, Flash ou ser um Motion Designer de primeira é o alvo de muitos que, por culpa nossa também, pouco vêem ou lêem sobre Bauhaus, Alexandre Wollner, Paul Klee e tantos outros. Uma garotada inteligentíssima, cheia de força, mas sem conhecimento.
E a vida seria tão mais simples na web se tivéssemos gente preocupada com isso. Quanto vale um profissional que pensa assim, hein?
Fonte: www.imasters.com.br
Autor: falecom@viniciusmadureira.com.br
Estudar é uma obrigação. Evoluir, consequência.
Eu demorei, mas aprendi que criticar diretamente não é a melhor forma para se cativar as pessoas. Ainda estou tentando praticar de forma mais eficaz, é difícil, muito difícil, mas funciona. Contudo, existem situações onde a crítica é inevitável. Infelizmente esses momentos existem e nós precisamos estar sempre preparados para eles ? tanto para criticar quanto para receber uma crítica. Mas fazer uma crítica sem motivo ou razão e, principalmente, sem um conhecimento sólido que dê credibilidade a ela, é, no melhor dos casos, desprezível.
O pior é que ultimamente, com tanta mídia gratuita por aí, eu tenho notado muita gente se empolgando e embarcando na onda de "crítico matador", e simplesmente querendo fazer o papel do grande sábio e conhecedor de todos os assuntos, criticando a tudo e a todos sem o menor pudor ? e na maioria das vezes, sem a menor autoridade para tal.
Alguns pensam que girando a metralhadora e disparando críticas para todos os lados serão mais respeitados, ou sair logo criticando com todas as forças algo novo e recém lançado é um grande negócio para auto-promoção, e até mesmo que a crítica é a melhor forma de "falar que sabe tudo do assunto".
Mas, assim como a síndrome do seniorismo, onde muita gente se tornou consultor senior de negócios após um ano de estágio, a síndrome do criticismo está se alastrando rapidamente. Hoje em dia todo mundo acha bonito criticar, todo mundo acha bonito falar mal, chamar o código alheio de porcaria (adoraram fazer isso com o twitter, recentemente) e por aí vai. E o pior, o que está alimentando essa nova síndrome é o comportamento da maioria que tem respeitado e tem até sentido uma pontinha de medo de quem adora criticar tanto.
É muito fácil criticar, aliás, qualquer um pode criticar, condenar e queixar-se ? e a maioria dos idiotas faz isso. Por vezes é muito mais simples e não requer esforço e nem conhecimento, basta disparar qualquer asneira e pronto. HEY, pessoal, acordem!
Já do outro lado nem é preciso ser conhecedor do assunto criticado para entender a crítica, afinal, célebres frases como: "- Odeio o framework X", "- A API de fulano é horrível, deplorável" e "- O serviço do João é cheio de bugs", são muito fáceis de serem compreendidas e são ótimas para causar uma má interpretação do assunto. Mas eu me pergunto, por que a pessoa odeia o tal framework? Será por algum motivo que justifique a crítica, ou apenas porque antes da síndrome do criticismo esta pessoa já passou pela síndrome do seniorismo e agora, além de não saber a ferramenta, ainda a crítica? Ou por que a API do fulano de tal é tão ruim, não seria por que a API é REST e o crítico só sabe fazer integrações usando stored procedures? Ou quais seriam os tais bugs no serviço do João, será que existem de fato?
Eu não quero que este isso seja visto como uma crítica aos críticos, não é. De certa forma estou usando este espaço e escrevendo sobre isso exatamente pois tenho visto que muitos amigos e pessoas próximas com as quais tenho contato estão sofrendo da tal síndrome do criticismo. E isso é muito mais do que simplesmente chato, é frustrante.
A intenção é dar uma dica: estudem; estudem, ESTUDEM SEMPRE! Saibam ser humildes, tenham respeito pelo próximo e aprendam a admirar o trabalhos dos outros. Você será verdadeiramente respeitado e admirado ao dizer "- Parabéns pela sua implementação, sua idéia para resolver aquele problema foi ótima", muito mais do que criticando sem conhecer por pura falta de vontade e empenho em aprender; criticar de forma irresponsável somente vai trazer respeito e admiração de outros irresponsáveis e alienados.
Um exemplo simples e clássico
Eu estudei por muitos anos seguidos (há muito tempo atrás) e tive cerca de 4 anos de experiência profissional com Struts 1.x. Até hoje penso duas vezes antes de formular uma crítica a este velho conhecido e tão calejado framework. Tenho consciência que não sei sobre todos os detalhes do Struts e que posso ter compreendido ou até utilizado de forma errada um ou outro recurso, por isso sempre penso se sou a pessoa mais adequada para aquilo, principalmente quando estou inserido num cenário que sei que a minha opinião, por exemplo, poderá repercutir ou influenciar a opinião de outros. É preciso ter humildade para reconhecer que não se sabe tudo e responsabilidade para criticar.
Mas mesmo assim eu escuto/leio muita coisa ruim do Struts que vem de pessoas que estão começando a aprender JSF sem nunca ter tido qualquer experiência com outra ferramenta/framework antes. Que credibilidade dar a pessoas assim? Que credibilidade dar a uma pessoa que desdenha do código alheio sem nunca te-lo visto?
Responsabilidade, humildade e maturidade devem estar sempre juntas para te ajudar a manter-se em seu lugar e saber quando e como expor a sua opinião.
Fonte: www.imasters.com.br
Autor: www.jeveaux.com
O pior é que ultimamente, com tanta mídia gratuita por aí, eu tenho notado muita gente se empolgando e embarcando na onda de "crítico matador", e simplesmente querendo fazer o papel do grande sábio e conhecedor de todos os assuntos, criticando a tudo e a todos sem o menor pudor ? e na maioria das vezes, sem a menor autoridade para tal.
Alguns pensam que girando a metralhadora e disparando críticas para todos os lados serão mais respeitados, ou sair logo criticando com todas as forças algo novo e recém lançado é um grande negócio para auto-promoção, e até mesmo que a crítica é a melhor forma de "falar que sabe tudo do assunto".
Mas, assim como a síndrome do seniorismo, onde muita gente se tornou consultor senior de negócios após um ano de estágio, a síndrome do criticismo está se alastrando rapidamente. Hoje em dia todo mundo acha bonito criticar, todo mundo acha bonito falar mal, chamar o código alheio de porcaria (adoraram fazer isso com o twitter, recentemente) e por aí vai. E o pior, o que está alimentando essa nova síndrome é o comportamento da maioria que tem respeitado e tem até sentido uma pontinha de medo de quem adora criticar tanto.
É muito fácil criticar, aliás, qualquer um pode criticar, condenar e queixar-se ? e a maioria dos idiotas faz isso. Por vezes é muito mais simples e não requer esforço e nem conhecimento, basta disparar qualquer asneira e pronto. HEY, pessoal, acordem!
Já do outro lado nem é preciso ser conhecedor do assunto criticado para entender a crítica, afinal, célebres frases como: "- Odeio o framework X", "- A API de fulano é horrível, deplorável" e "- O serviço do João é cheio de bugs", são muito fáceis de serem compreendidas e são ótimas para causar uma má interpretação do assunto. Mas eu me pergunto, por que a pessoa odeia o tal framework? Será por algum motivo que justifique a crítica, ou apenas porque antes da síndrome do criticismo esta pessoa já passou pela síndrome do seniorismo e agora, além de não saber a ferramenta, ainda a crítica? Ou por que a API do fulano de tal é tão ruim, não seria por que a API é REST e o crítico só sabe fazer integrações usando stored procedures? Ou quais seriam os tais bugs no serviço do João, será que existem de fato?
Eu não quero que este isso seja visto como uma crítica aos críticos, não é. De certa forma estou usando este espaço e escrevendo sobre isso exatamente pois tenho visto que muitos amigos e pessoas próximas com as quais tenho contato estão sofrendo da tal síndrome do criticismo. E isso é muito mais do que simplesmente chato, é frustrante.
A intenção é dar uma dica: estudem; estudem, ESTUDEM SEMPRE! Saibam ser humildes, tenham respeito pelo próximo e aprendam a admirar o trabalhos dos outros. Você será verdadeiramente respeitado e admirado ao dizer "- Parabéns pela sua implementação, sua idéia para resolver aquele problema foi ótima", muito mais do que criticando sem conhecer por pura falta de vontade e empenho em aprender; criticar de forma irresponsável somente vai trazer respeito e admiração de outros irresponsáveis e alienados.
Um exemplo simples e clássico
Eu estudei por muitos anos seguidos (há muito tempo atrás) e tive cerca de 4 anos de experiência profissional com Struts 1.x. Até hoje penso duas vezes antes de formular uma crítica a este velho conhecido e tão calejado framework. Tenho consciência que não sei sobre todos os detalhes do Struts e que posso ter compreendido ou até utilizado de forma errada um ou outro recurso, por isso sempre penso se sou a pessoa mais adequada para aquilo, principalmente quando estou inserido num cenário que sei que a minha opinião, por exemplo, poderá repercutir ou influenciar a opinião de outros. É preciso ter humildade para reconhecer que não se sabe tudo e responsabilidade para criticar.
Mas mesmo assim eu escuto/leio muita coisa ruim do Struts que vem de pessoas que estão começando a aprender JSF sem nunca ter tido qualquer experiência com outra ferramenta/framework antes. Que credibilidade dar a pessoas assim? Que credibilidade dar a uma pessoa que desdenha do código alheio sem nunca te-lo visto?
Responsabilidade, humildade e maturidade devem estar sempre juntas para te ajudar a manter-se em seu lugar e saber quando e como expor a sua opinião.
Fonte: www.imasters.com.br
Autor: www.jeveaux.com
Cuidado! Querem matar suas idéias!
Nós, profissionais criativos, desde cedo aprendemos o valor inestimável das idéias em nosso ramo de atuação. Somos antenas parabólicas de alta percepção, recebendo todas as idéias e agregando as referências em nosso subconsciente. Nosso objetivo é sempre encontrar a melhor idéia, a mais criativa, quebrando todos os paradigmas e servindo de referência futura com nossos trabalhos.
Porém, na medida em que nos relacionamos com o mercado, coisas estranhas começam a acontecer.
Inexplicavelmente, todos os caros conceitos estudados por anos a fio em cursos diversos passam a valer muito pouco, quase nada. Você começa a descobrir que é tratado como um maquiador (com todo o respeito que a classe merece), quando dizem que a estrutura está pronta, a AI também e que agora você tem que deixar "bonitinho" (sendo que o "bonitinho" é o feio bem arrumado, segundo um grande amigo). Como assim?
É duro, mas é verdade. Via de regra, nós, designers, somos vistos assim. Decoradores de interfaces, "enfeitadores" de estruras "prontas" e só.
Verdades absolutas são sempre questionáveis
Você está inserido num contexto racional, lógico. Os prazos são irreais, as condições são surreais e o salário ultrapassado (com essa merreca vivia-se bem há uns... 10 anos). Provavelmente lida com gerentes de projeto o tempo todo, com suas planilhas controladoras.
"Quanto tempo leva pra criar uma página?"
"Quanto tempo você leva pra fazer um banner?"
Tais perguntas perturbam seu atribulado sono: como tangenciar o intangível?
O corporativismo e o genocídio da criatividade
Corporativistas são chatos e pentelhos, por definição.
Quando são afrontados com argumentos com os quais não podem lidar, lembram, de forma nada sutil, que são eles que trazem dinheiro, clientes e negócios para a empresa e que, portanto, sem eles seu salário (nem mesmo seu emprego) existiria.
Tratam o criativo como os artesãos hippies das praias badaladas em época de temporada, com aquele ar de "ele é tão criativo e talentoso, mas não sabe ganhar dinheiro". Então, como bom samaritanos, fazem a gentileza de comercializar, de maneira eficiente, seus devaneios criativos.
Certo? Errado.
Não demorará muito pra exibirem páginas amareladas de algum anuário de propaganda, dando ordens pra que você COPIE determinada solução gráfica. Ou, pior, passam urls do tipo template monster, dizendo que "é só pegar uma idéia dessas aqui, mudar o loguinho, dar um tapa e pronto". Não é impossível ser criativo numa realidade assim. Talvez seja melhor vender artesanato na praia.
Nunca se esqueça:
1. Você é criativo, portanto, deve estar em ambientes que possibilitem a livre expressão;
2. Para um criativo, a empresa é uma continuação do home studio. Se você vai para o trabalho deprimido, algo está errado;
3. Se o seu chefe não respeita o trabalho de outros, mandando fazer uma cópia, jamais respeitará o seu;
4. Você é capaz, sabe o que quer e, sim, pode adquirir (se é que já não tem) tino comercial. Não precisa que ninguém comercialize seu trabalho. Você mesmo pode fazer isso;
5. Seja feliz, sempre. Se algo lhe deixa triste, mude o paradigma e busque novos horizontes. Azar de quem não soube reconhecer o seu valor.
Fonte: www.imasters.com.br
Autor: www.fabianoweb.net/blog
Porém, na medida em que nos relacionamos com o mercado, coisas estranhas começam a acontecer.
Inexplicavelmente, todos os caros conceitos estudados por anos a fio em cursos diversos passam a valer muito pouco, quase nada. Você começa a descobrir que é tratado como um maquiador (com todo o respeito que a classe merece), quando dizem que a estrutura está pronta, a AI também e que agora você tem que deixar "bonitinho" (sendo que o "bonitinho" é o feio bem arrumado, segundo um grande amigo). Como assim?
É duro, mas é verdade. Via de regra, nós, designers, somos vistos assim. Decoradores de interfaces, "enfeitadores" de estruras "prontas" e só.
Verdades absolutas são sempre questionáveis
Você está inserido num contexto racional, lógico. Os prazos são irreais, as condições são surreais e o salário ultrapassado (com essa merreca vivia-se bem há uns... 10 anos). Provavelmente lida com gerentes de projeto o tempo todo, com suas planilhas controladoras.
"Quanto tempo leva pra criar uma página?"
"Quanto tempo você leva pra fazer um banner?"
Tais perguntas perturbam seu atribulado sono: como tangenciar o intangível?
O corporativismo e o genocídio da criatividade
Corporativistas são chatos e pentelhos, por definição.
Quando são afrontados com argumentos com os quais não podem lidar, lembram, de forma nada sutil, que são eles que trazem dinheiro, clientes e negócios para a empresa e que, portanto, sem eles seu salário (nem mesmo seu emprego) existiria.
Tratam o criativo como os artesãos hippies das praias badaladas em época de temporada, com aquele ar de "ele é tão criativo e talentoso, mas não sabe ganhar dinheiro". Então, como bom samaritanos, fazem a gentileza de comercializar, de maneira eficiente, seus devaneios criativos.
Certo? Errado.
Não demorará muito pra exibirem páginas amareladas de algum anuário de propaganda, dando ordens pra que você COPIE determinada solução gráfica. Ou, pior, passam urls do tipo template monster, dizendo que "é só pegar uma idéia dessas aqui, mudar o loguinho, dar um tapa e pronto". Não é impossível ser criativo numa realidade assim. Talvez seja melhor vender artesanato na praia.
Nunca se esqueça:
1. Você é criativo, portanto, deve estar em ambientes que possibilitem a livre expressão;
2. Para um criativo, a empresa é uma continuação do home studio. Se você vai para o trabalho deprimido, algo está errado;
3. Se o seu chefe não respeita o trabalho de outros, mandando fazer uma cópia, jamais respeitará o seu;
4. Você é capaz, sabe o que quer e, sim, pode adquirir (se é que já não tem) tino comercial. Não precisa que ninguém comercialize seu trabalho. Você mesmo pode fazer isso;
5. Seja feliz, sempre. Se algo lhe deixa triste, mude o paradigma e busque novos horizontes. Azar de quem não soube reconhecer o seu valor.
Fonte: www.imasters.com.br
Autor: www.fabianoweb.net/blog
quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
Mudança de Layout
Ola pessoal que navega no meu blogg!!!
Estou com meu site com novo layout, mais leve e simples. Espero que gostem!
Aceito sugestões / criticas.
Estou com meu site com novo layout, mais leve e simples. Espero que gostem!
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