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sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Peças Publicitarias

As mídias e suas aplicações

Você nunca parou para se perguntar para quê exatamente cada mídia serve? Na verdade, essa resposta pode ser um tanto ampla e, muitas vezes, as pessoas acabam generalizando o uso dessas ferramentas, cometendo erros. Veja as dicas sobre os tipos de mídia.

Cada mídia foi desenvolvida de forma que possa ser útil e desempenhe sua função com maior eficácia. A maneira certa de se pensar é: onde serão distribuídos? A diferença da logística de distribuição interferirá no resultado? Por exemplo: o folder, folheto ou filipeta tem muito texto e imagens variadas, a distribuição em um semáforo (sinal) numa rua de alto fluxo de pedestres ou na entrada de alunos de uma escola não alcançará uma boa divulgação pois, estes não terão tempo para lê-lo, então pensaremos “irão ler em casa!”. Você verá que isso não acontece de fato se o folheto não prendê-lo de imediato. Para folhetos de muito texto a distribuição pode ser em residências e lugares onde as pessoas não estão com pressa e os folhetos de impacto com imagens e pouco texto poderão ser utilizados em locais mais agitados, mas, o designer deve desenvolver um layout para que a leitura seja rápida e uniforme.

Flyer/folheto

Folheto promocional, composto de uma folha com cortes e dobras. Costuma-se usar uma folha A4 (20×30cm) e dividí-la em dois ou quatro cortes iguais. Contém textos explicativos sobre o produto/serviço com maiores detalhes. O Flyer ou Folheto clássico pode ser 4/4 (cores na frente e verso) ou 4/1 (cores na frente e verso com tons de cinza) ou ainda 4×0 (cores na frente e nenhuma cor atrás). Em geral folhetos são utilizados como peças publicitárias de baixo custo produtivo e criadas para ter alto impacto visual e apelativo.

Filipeta

Mesma especificação do anterior, sendo a única diferença no seu formato, a filipeta é mais esticada, como o nome sugere. Bom para usar propaganda explicativa seriada (cardápios de pizzas e valores, dias de eventos e cantores que se apresentarão, cursos oferecidos pela escola e etc…), em produtos e em suas embalagens.

Folder

O folder permite vários cortes ou dobras criativos para chamar a atenção e organizar a informação. Pode ser circular, retangular e com o uso de facas gráficas especiais, poderá ter um formato de um cachorro, um perfume, carro ou qualquer outra imagem. É o modelo mais utilizado para atingir público alvo específico, pois suas características são ideais em conjunto com um designer criativo e original.

Cartão

Cartão de visita como já diz o nome é um atrativo para o cliente visitá-lo ou estabelecer um possível contato. Então é necessário seguir regras básicas para que essa ferramenta não seja ignorada, como acontece com muitas empresas. Não podemos transformar o cartão num folder, num panfleto ou em uma placa. Este divulgador deve ser limpo, direto ao assunto, agradável aos olhos, com os dados fáceis de ler e rápida leitura ocular.

Postal

O postal pode ser um excelente divulgador de seu serviço/produto/empresa, usado com criatividade como é na Europa e Canadá. Impresso em papel encorpado, pode ser feito em 4×1 ou 4×4. O Postal Duplo apresenta as medidas 9×10, o Triplo, 9×15cm (medida de 3 cartões) ou Postal Quádruplo de 10×18cm (medida 4 cartões). Ótimo para enviar para futuros clientes em datas comemorativas com temas relacionados a estes, e paisagens da cidade onde esteja a sede ou filiais da empresa. Um e-mail (correio eletrônico) é prático, mas as cartas continuam criando sensações e acalentando emoções que nenhum outro meio consegue, pense nisso.

Cartaz

Peça impressa de um só lado, geralmente apresenta grandes dimensões, para ser afixada em locais abertos (ambientes amplos ou ao ar livre), destinada a dar informações comerciais ou a anunciar eventos, como exposições, espetáculos, etc. O cartaz costuma ter um trabalho visual mais apelativo, tentando uma comunicação rápida. Por isso, é uma das principais ferramentas usadas na comunicação e no desenvolvimento das organizações modernas, além de um recurso cada vez mais utilizado pelas empresas e instituições com a finalidade de atingir objetivos estratégicos. Pode realizar também funções sociais e econômicas. A comunicação através do cartaz é uma das formas mais eficazes encontradas por essas organizações para se relacionarem com o mercado.

Sobre suas utilizações

Qual é o tipo de pessoa que você quer alcançar? Onde estarão fixados esses cartazes? Lojas, corredores, pontos de ônibus, totens em shoppings, quadros de avisos em repartições públicas, igrejas, internos nos ônibus, metrôs? Qual é a distância que essas pessoas poderão ler as informações do cartaz com legibilidade? Qual é a distância mínima e máxima que o cartaz terá para despertar interesse? Qual é a camada social? Qual é a religião? Será que existe alguma cor que provoque repulsa, será que tem alguma imagem que provoque ira ao invés de desejo e atração? Como fazer para ele não cansar as vistas, não embasar os olhos? Qual é o tipo de fonte – letra – que deve ser usada para o público alvo? O público alvo tem algum tipo de estereótipo como altura para que seja calculada a altura de fixação desses cartazes? Ou de utilização de óculos? Linguagem regional? Esses dados permitirão o cálculo de velocidade que essas pessoas terão para absorver as informações que terão nos cartazes antes de continuarem seus afazeres diários.

A escolha da mídia correta está diretamente ligada à estratégia de marketing da empresa. Por isso, uma análise prévia de mercado é imprescindível. Reunir o máximo de informações antes de optar por essa ou aquela ferramenta de comunicação aumenta as chances de acerto. Portanto, na hora de escolher o tipo de mídia que será utilizado, esteja atento para não transformar seu investimento em mais uma despesa.

Fonte www.atualcard.com.br

terça-feira, 9 de março de 2010

Dicas para otimizar sites em Flash para o Google

Sites em Flash têm sérios problemas quando envolvem indexação em buscadores e acompanhamento de estatísticas. Porém, os serviços da Google podem dar uma “ajudinha” na hora de monitorar o que acontece com seu site, bem como uma força na hora de indexar e disponibilizar seu site no topo dos buscador.

Antes de criar um site em Flash, tenha em mente que ele é bom para ilustrar uma história, mas não para descrevê-la. Outro detalhe: fuja de introdução em Flash para qualquer site!

Primeiramente, algumas dicas para indexar melhor o site no Google. Afinal, como sabemos, embora o Google indexe arquivos em Flash, ele não entende “flashês” por inteiro.

Textos ocultos e alguns truques sujos podem banir definitivamente seu site das buscas, portando, a forma mais fácil de ter um melhor ranking no Google pode ser o uso correto dos links. Lembre-se que o Google leva em consideração a quantidade de qualidade de links voltados para seu site, portanto dedique o maior tempo de otimização para cuidar dos links que apontam para ele.

Abusar do META pode ser importante. Afinal, ela pode ser a única coisa legível em seu site e a tag META pode falar muito sobre seu site aos buscadores, como qualquer página em SWF deve ficar dentro de um arquivo HTML, abuse da descrição nesta tag, principalmente do parâmetro “Description”.

Páginas alternativas, somente em HTML, podem ajudar muito na indexação do conteúdo. Recomendadas até pelo próprio Google, páginas alternativas podem ser criadas, desde que a página onde está o filme seja excluído da indexação no arquivo robots.txt de seu site.

Uma forma prática de mostrar ao Google seu site em flash é criar um Sitemap. O Google Sitemaps é uma maneira fácil de enviar todos os seus URLs para o índice do Google e obter relatórios detalhados sobre a visibilidade das suas páginas no buscador. Com o Google Sitemaps, você pode manter o Google informado sobre todas as suas páginas atuais e quando essas páginas são alteradas. Tenha em mente que o envio de um Sitemap não garante que todas as páginas de seu site serão rastreadas ou incluídas nos resultados de pesquisa.


Utilizando o Google Analytics para monitorar estatísticas, metas e banners

Ter estatísticas somente da primeira página pode ser um problema pra quem desenvolve sites em Flash.

O Google Analytics permite que você monitore qualquer evento baseado no navegador, incluindo eventos em Flash. Para monitorar um evento, chame a função urchinTracker().

on(release) {
// eventos sem ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
}

ou

on(release) {
//eventos com ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
_root.gotoAndPlay(3);
myVar = “Evento em Flash”
}


O código acima fará com que cada ocorrência do evento em Flash seja registrada como se fosse uma exibição de página de /pasta/arquivo. Para verificar se o urchinTracker está recebendo a chamada corretamente, você pode verificar o relatório Conteúdo principal 24 a 48 horas depois que o código de monitoramento tiver sido executado. O nome da página atribuído deve estar no relatório.

Já o código abaixo ajuda a monitorar se seus usuários estão clicando em um banner em flash. Esse código faz com que cada clique no banner seja registrado como se fosse uma visita de página denominada /banners/anunciante/nome_do_banner. Você pode usar qualquer estrutura de pasta/nome de arquivo desejada. É uma boa idéia registrar todos os seus anúncios em banners em uma estrutura lógica de diretório como mostrado no exemplo.

on(release) {
getURL(“javascript:urchinTracker
(‘/banners/anunciante/nome_do_banner’);”);
getURL(“http://www.siteanunciado.com”);
}


Para finalizar, quer ver como o Google e outros sites de busca visualizam seu site em Flash? O site SE-Flash promete mostrar como seu site é visto pelos olhos dos Crawnlers espalhados pela Internet.


Fonte: http://www.undergoogle.com
Autor: Fernando Kanarski

Capacidade criativa e a nova cara do Design!

Um novo e autêntico design está surgindo na internet. Tendencioso ou não, o bom design promete, e já causa bons resultados. Se o projeto é feito para causar impacto, e uma boa idéia é aliada, ninguém segura a campanha! Tá aí essa história de marketing viral para comprovar!

Ao ler meus e-mails novos, recebi um que me chamou muita atenção. Na certa, outros com mesmo estilo passaram por mim, mas esse ai é novo e foi o que me inspirou a escrever esse artigo. Acredito que esse promete tornar-se uma grande estratégia de marketing viral na internet! Como recebi por e-mail e gostei do resultado, resolvi encaminhar. Se a propaganda é boa, não custa nada repassá-la, não é verdade?

Acredito que essa seja a nova cara do design: criativo, reflexivo, bonito, viral e principalmente: fixa o espectador para a leitura completa do anúncio.

Uma campanha hoje exige total capacidade criativa. Lançar um produto ou divulgar uma marca exige muito do diretor criativo, principalmente porque a mídia - toda e em qualquer forma - está poluída de anúncios ruins, feito por sobrinhos* que acreditam fielmente serem designers.

O bom é que nem tudo está perdido, graças ao nosso subconsciente seletivo que coleta e guarda apenas propagandas bem feitas. E é aí que a criatividade e a inovação imperam!

Quando um cliente pede alguma campanha, online ou não, o processo criativo pode demorar horas ou segundos para surgir. E ela pode vir durante a própria conversa com o cliente, ou até mesmo naquele período reflexivo antes de dormir.

Um pouco dessa "trava" em nosso consciente criativo vem do processo da falta da liberdade de se expressar, pois ainda há clientes que preferem não sair da rotina. Um produto comum pode se tornar estrela de uma grande campanha publicitária!

E vai aí uma boa dica: um bom método de aumentar sua capacidade de criar é coletar e guardar o maior número de referências possíveis. Isso serve tanto para campanhas como para a criação de anúncios institucionais ou simples. Vale lembrar que isso não é cópia, e sim, uma busca por tendências de outros designers.

* Retirado do livro Google Marketing:

"No jargão publicitário, sobrinho é aquele garoto que, com a tecnologia barata e acessível, aprendeu a fazer sites, banners e outras parafernálias tecnopublicitárias, mas que não entende nada de mercado ou da ciência que é o marketing. O termo da frase "O meu sobrinho que fez os sites da minha empresa" tão empregado por empresários que consideram a internet dispensável e de menor importância".


Fonte: www.imasters.com
Autor: www.brunamilagres.com.br

Bauhaus e a Web 2.0

Em outubro, a Alemanha se engaja numa celebração cultural digna de um registro cinematográfico. Berlim celebrará os 90 anos da Bauhaus, a escola de design mais influente de todos os tempos. Uma exposição cobrirá os 14 anos (1919-1933) deste movimento de vanguarda que influenciou designers em todo o mundo, passando pela arquitetura e a cenografia.

A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, com a intenção de combinar a Arquiteutra, o Artesanato e Artes em geral. Uma instituição que trazia, na veia de seus fundadores, o DNA revolucionário visto no design funcional projetado, radicalmente fora dos padrões culturais da época.

As experiências da Bauhaus são um marco na história do design moderno, tornando-se a base para o ensino do design em geral. Sua influência funcionalista chegou ao Brasil principalmente através de seu ex-aluno Max Bill, primeiro diretor da Escola de Ulm, uma das principais referências dos pioneiros no design brasileiro.

Você deve estar perguntando: "e o que isto tem a ver com Web 2.0?" Tenha a certeza de que TUDO.

Web 1.0, 2.0, 3.0 ou seja lá qual for o nome dado, nenhuma delas é capaz de alterar o lado atemporal do design. Em 33, víamos Gropius e cia. projetarem utensílios que hoje são encarados como modernos por todos nós. Víamos uma "trupe" de entusiastas que carregavam consigo um espírito revolucionário, sempre procurando adaptar a tecnologia existente a um funcionalismo que arrebatasse o consumidor. Esta filosofia de trabalho e pensamento é o que deveríamos chamar de Design.

Sem querer ser tachado de vanguardista, digo que pouco vemos isto hoje nos profissionais. A internet trouxe inúmeros benefícios à humanidade, mas potencializou a "castração" do interesse dos mais jovens em se aprofundar nos conhecimentos-base do design. Hoje em dia, operar Photoshop, Flash ou ser um Motion Designer de primeira é o alvo de muitos que, por culpa nossa também, pouco vêem ou lêem sobre Bauhaus, Alexandre Wollner, Paul Klee e tantos outros. Uma garotada inteligentíssima, cheia de força, mas sem conhecimento.

E a vida seria tão mais simples na web se tivéssemos gente preocupada com isso. Quanto vale um profissional que pensa assim, hein?


Fonte: www.imasters.com.br
Autor: falecom@viniciusmadureira.com.br