quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 9 de março de 2010
Dicas para otimizar sites em Flash para o Google
Sites em Flash têm sérios problemas quando envolvem indexação em buscadores e acompanhamento de estatísticas. Porém, os serviços da Google podem dar uma “ajudinha” na hora de monitorar o que acontece com seu site, bem como uma força na hora de indexar e disponibilizar seu site no topo dos buscador.
Antes de criar um site em Flash, tenha em mente que ele é bom para ilustrar uma história, mas não para descrevê-la. Outro detalhe: fuja de introdução em Flash para qualquer site!
Primeiramente, algumas dicas para indexar melhor o site no Google. Afinal, como sabemos, embora o Google indexe arquivos em Flash, ele não entende “flashês” por inteiro.
Textos ocultos e alguns truques sujos podem banir definitivamente seu site das buscas, portando, a forma mais fácil de ter um melhor ranking no Google pode ser o uso correto dos links. Lembre-se que o Google leva em consideração a quantidade de qualidade de links voltados para seu site, portanto dedique o maior tempo de otimização para cuidar dos links que apontam para ele.
Abusar do META pode ser importante. Afinal, ela pode ser a única coisa legível em seu site e a tag META pode falar muito sobre seu site aos buscadores, como qualquer página em SWF deve ficar dentro de um arquivo HTML, abuse da descrição nesta tag, principalmente do parâmetro “Description”.
Páginas alternativas, somente em HTML, podem ajudar muito na indexação do conteúdo. Recomendadas até pelo próprio Google, páginas alternativas podem ser criadas, desde que a página onde está o filme seja excluído da indexação no arquivo robots.txt de seu site.
Uma forma prática de mostrar ao Google seu site em flash é criar um Sitemap. O Google Sitemaps é uma maneira fácil de enviar todos os seus URLs para o índice do Google e obter relatórios detalhados sobre a visibilidade das suas páginas no buscador. Com o Google Sitemaps, você pode manter o Google informado sobre todas as suas páginas atuais e quando essas páginas são alteradas. Tenha em mente que o envio de um Sitemap não garante que todas as páginas de seu site serão rastreadas ou incluídas nos resultados de pesquisa.
Utilizando o Google Analytics para monitorar estatísticas, metas e banners
Ter estatísticas somente da primeira página pode ser um problema pra quem desenvolve sites em Flash.
O Google Analytics permite que você monitore qualquer evento baseado no navegador, incluindo eventos em Flash. Para monitorar um evento, chame a função urchinTracker().
on(release) {
// eventos sem ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
}
ou
on(release) {
//eventos com ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
_root.gotoAndPlay(3);
myVar = “Evento em Flash”
}
O código acima fará com que cada ocorrência do evento em Flash seja registrada como se fosse uma exibição de página de /pasta/arquivo. Para verificar se o urchinTracker está recebendo a chamada corretamente, você pode verificar o relatório Conteúdo principal 24 a 48 horas depois que o código de monitoramento tiver sido executado. O nome da página atribuído deve estar no relatório.
Já o código abaixo ajuda a monitorar se seus usuários estão clicando em um banner em flash. Esse código faz com que cada clique no banner seja registrado como se fosse uma visita de página denominada /banners/anunciante/nome_do_banner. Você pode usar qualquer estrutura de pasta/nome de arquivo desejada. É uma boa idéia registrar todos os seus anúncios em banners em uma estrutura lógica de diretório como mostrado no exemplo.
on(release) {
getURL(“javascript:urchinTracker
(‘/banners/anunciante/nome_do_banner’);”);
getURL(“http://www.siteanunciado.com”);
}
Para finalizar, quer ver como o Google e outros sites de busca visualizam seu site em Flash? O site SE-Flash promete mostrar como seu site é visto pelos olhos dos Crawnlers espalhados pela Internet.
Fonte: http://www.undergoogle.com
Autor: Fernando Kanarski
Antes de criar um site em Flash, tenha em mente que ele é bom para ilustrar uma história, mas não para descrevê-la. Outro detalhe: fuja de introdução em Flash para qualquer site!
Primeiramente, algumas dicas para indexar melhor o site no Google. Afinal, como sabemos, embora o Google indexe arquivos em Flash, ele não entende “flashês” por inteiro.
Textos ocultos e alguns truques sujos podem banir definitivamente seu site das buscas, portando, a forma mais fácil de ter um melhor ranking no Google pode ser o uso correto dos links. Lembre-se que o Google leva em consideração a quantidade de qualidade de links voltados para seu site, portanto dedique o maior tempo de otimização para cuidar dos links que apontam para ele.
Abusar do META pode ser importante. Afinal, ela pode ser a única coisa legível em seu site e a tag META pode falar muito sobre seu site aos buscadores, como qualquer página em SWF deve ficar dentro de um arquivo HTML, abuse da descrição nesta tag, principalmente do parâmetro “Description”.
Páginas alternativas, somente em HTML, podem ajudar muito na indexação do conteúdo. Recomendadas até pelo próprio Google, páginas alternativas podem ser criadas, desde que a página onde está o filme seja excluído da indexação no arquivo robots.txt de seu site.
Uma forma prática de mostrar ao Google seu site em flash é criar um Sitemap. O Google Sitemaps é uma maneira fácil de enviar todos os seus URLs para o índice do Google e obter relatórios detalhados sobre a visibilidade das suas páginas no buscador. Com o Google Sitemaps, você pode manter o Google informado sobre todas as suas páginas atuais e quando essas páginas são alteradas. Tenha em mente que o envio de um Sitemap não garante que todas as páginas de seu site serão rastreadas ou incluídas nos resultados de pesquisa.
Utilizando o Google Analytics para monitorar estatísticas, metas e banners
Ter estatísticas somente da primeira página pode ser um problema pra quem desenvolve sites em Flash.
O Google Analytics permite que você monitore qualquer evento baseado no navegador, incluindo eventos em Flash. Para monitorar um evento, chame a função urchinTracker().
on(release) {
// eventos sem ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
}
ou
on(release) {
//eventos com ação
getURL(“javascript:urchinTracker(‘/pasta/arquivo’);”);
_root.gotoAndPlay(3);
myVar = “Evento em Flash”
}
O código acima fará com que cada ocorrência do evento em Flash seja registrada como se fosse uma exibição de página de /pasta/arquivo. Para verificar se o urchinTracker está recebendo a chamada corretamente, você pode verificar o relatório Conteúdo principal 24 a 48 horas depois que o código de monitoramento tiver sido executado. O nome da página atribuído deve estar no relatório.
Já o código abaixo ajuda a monitorar se seus usuários estão clicando em um banner em flash. Esse código faz com que cada clique no banner seja registrado como se fosse uma visita de página denominada /banners/anunciante/nome_do_banner. Você pode usar qualquer estrutura de pasta/nome de arquivo desejada. É uma boa idéia registrar todos os seus anúncios em banners em uma estrutura lógica de diretório como mostrado no exemplo.
on(release) {
getURL(“javascript:urchinTracker
(‘/banners/anunciante/nome_do_banner’);”);
getURL(“http://www.siteanunciado.com”);
}
Para finalizar, quer ver como o Google e outros sites de busca visualizam seu site em Flash? O site SE-Flash promete mostrar como seu site é visto pelos olhos dos Crawnlers espalhados pela Internet.
Fonte: http://www.undergoogle.com
Autor: Fernando Kanarski
Capacidade criativa e a nova cara do Design!
Um novo e autêntico design está surgindo na internet. Tendencioso ou não, o bom design promete, e já causa bons resultados. Se o projeto é feito para causar impacto, e uma boa idéia é aliada, ninguém segura a campanha! Tá aí essa história de marketing viral para comprovar!
Ao ler meus e-mails novos, recebi um que me chamou muita atenção. Na certa, outros com mesmo estilo passaram por mim, mas esse ai é novo e foi o que me inspirou a escrever esse artigo. Acredito que esse promete tornar-se uma grande estratégia de marketing viral na internet! Como recebi por e-mail e gostei do resultado, resolvi encaminhar. Se a propaganda é boa, não custa nada repassá-la, não é verdade?
Acredito que essa seja a nova cara do design: criativo, reflexivo, bonito, viral e principalmente: fixa o espectador para a leitura completa do anúncio.
Uma campanha hoje exige total capacidade criativa. Lançar um produto ou divulgar uma marca exige muito do diretor criativo, principalmente porque a mídia - toda e em qualquer forma - está poluída de anúncios ruins, feito por sobrinhos* que acreditam fielmente serem designers.
O bom é que nem tudo está perdido, graças ao nosso subconsciente seletivo que coleta e guarda apenas propagandas bem feitas. E é aí que a criatividade e a inovação imperam!
Quando um cliente pede alguma campanha, online ou não, o processo criativo pode demorar horas ou segundos para surgir. E ela pode vir durante a própria conversa com o cliente, ou até mesmo naquele período reflexivo antes de dormir.
Um pouco dessa "trava" em nosso consciente criativo vem do processo da falta da liberdade de se expressar, pois ainda há clientes que preferem não sair da rotina. Um produto comum pode se tornar estrela de uma grande campanha publicitária!
E vai aí uma boa dica: um bom método de aumentar sua capacidade de criar é coletar e guardar o maior número de referências possíveis. Isso serve tanto para campanhas como para a criação de anúncios institucionais ou simples. Vale lembrar que isso não é cópia, e sim, uma busca por tendências de outros designers.
* Retirado do livro Google Marketing:
"No jargão publicitário, sobrinho é aquele garoto que, com a tecnologia barata e acessível, aprendeu a fazer sites, banners e outras parafernálias tecnopublicitárias, mas que não entende nada de mercado ou da ciência que é o marketing. O termo da frase "O meu sobrinho que fez os sites da minha empresa" tão empregado por empresários que consideram a internet dispensável e de menor importância".
Fonte: www.imasters.com
Autor: www.brunamilagres.com.br
Ao ler meus e-mails novos, recebi um que me chamou muita atenção. Na certa, outros com mesmo estilo passaram por mim, mas esse ai é novo e foi o que me inspirou a escrever esse artigo. Acredito que esse promete tornar-se uma grande estratégia de marketing viral na internet! Como recebi por e-mail e gostei do resultado, resolvi encaminhar. Se a propaganda é boa, não custa nada repassá-la, não é verdade?
Acredito que essa seja a nova cara do design: criativo, reflexivo, bonito, viral e principalmente: fixa o espectador para a leitura completa do anúncio.
Uma campanha hoje exige total capacidade criativa. Lançar um produto ou divulgar uma marca exige muito do diretor criativo, principalmente porque a mídia - toda e em qualquer forma - está poluída de anúncios ruins, feito por sobrinhos* que acreditam fielmente serem designers.
O bom é que nem tudo está perdido, graças ao nosso subconsciente seletivo que coleta e guarda apenas propagandas bem feitas. E é aí que a criatividade e a inovação imperam!
Quando um cliente pede alguma campanha, online ou não, o processo criativo pode demorar horas ou segundos para surgir. E ela pode vir durante a própria conversa com o cliente, ou até mesmo naquele período reflexivo antes de dormir.
Um pouco dessa "trava" em nosso consciente criativo vem do processo da falta da liberdade de se expressar, pois ainda há clientes que preferem não sair da rotina. Um produto comum pode se tornar estrela de uma grande campanha publicitária!
E vai aí uma boa dica: um bom método de aumentar sua capacidade de criar é coletar e guardar o maior número de referências possíveis. Isso serve tanto para campanhas como para a criação de anúncios institucionais ou simples. Vale lembrar que isso não é cópia, e sim, uma busca por tendências de outros designers.
* Retirado do livro Google Marketing:
"No jargão publicitário, sobrinho é aquele garoto que, com a tecnologia barata e acessível, aprendeu a fazer sites, banners e outras parafernálias tecnopublicitárias, mas que não entende nada de mercado ou da ciência que é o marketing. O termo da frase "O meu sobrinho que fez os sites da minha empresa" tão empregado por empresários que consideram a internet dispensável e de menor importância".
Fonte: www.imasters.com
Autor: www.brunamilagres.com.br
Bauhaus e a Web 2.0
Em outubro, a Alemanha se engaja numa celebração cultural digna de um registro cinematográfico. Berlim celebrará os 90 anos da Bauhaus, a escola de design mais influente de todos os tempos. Uma exposição cobrirá os 14 anos (1919-1933) deste movimento de vanguarda que influenciou designers em todo o mundo, passando pela arquitetura e a cenografia.
A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, com a intenção de combinar a Arquiteutra, o Artesanato e Artes em geral. Uma instituição que trazia, na veia de seus fundadores, o DNA revolucionário visto no design funcional projetado, radicalmente fora dos padrões culturais da época.
As experiências da Bauhaus são um marco na história do design moderno, tornando-se a base para o ensino do design em geral. Sua influência funcionalista chegou ao Brasil principalmente através de seu ex-aluno Max Bill, primeiro diretor da Escola de Ulm, uma das principais referências dos pioneiros no design brasileiro.
Você deve estar perguntando: "e o que isto tem a ver com Web 2.0?" Tenha a certeza de que TUDO.
Web 1.0, 2.0, 3.0 ou seja lá qual for o nome dado, nenhuma delas é capaz de alterar o lado atemporal do design. Em 33, víamos Gropius e cia. projetarem utensílios que hoje são encarados como modernos por todos nós. Víamos uma "trupe" de entusiastas que carregavam consigo um espírito revolucionário, sempre procurando adaptar a tecnologia existente a um funcionalismo que arrebatasse o consumidor. Esta filosofia de trabalho e pensamento é o que deveríamos chamar de Design.
Sem querer ser tachado de vanguardista, digo que pouco vemos isto hoje nos profissionais. A internet trouxe inúmeros benefícios à humanidade, mas potencializou a "castração" do interesse dos mais jovens em se aprofundar nos conhecimentos-base do design. Hoje em dia, operar Photoshop, Flash ou ser um Motion Designer de primeira é o alvo de muitos que, por culpa nossa também, pouco vêem ou lêem sobre Bauhaus, Alexandre Wollner, Paul Klee e tantos outros. Uma garotada inteligentíssima, cheia de força, mas sem conhecimento.
E a vida seria tão mais simples na web se tivéssemos gente preocupada com isso. Quanto vale um profissional que pensa assim, hein?
Fonte: www.imasters.com.br
Autor: falecom@viniciusmadureira.com.br
A escola foi fundada por Walter Gropius em 25 de abril de 1919, com a intenção de combinar a Arquiteutra, o Artesanato e Artes em geral. Uma instituição que trazia, na veia de seus fundadores, o DNA revolucionário visto no design funcional projetado, radicalmente fora dos padrões culturais da época.
As experiências da Bauhaus são um marco na história do design moderno, tornando-se a base para o ensino do design em geral. Sua influência funcionalista chegou ao Brasil principalmente através de seu ex-aluno Max Bill, primeiro diretor da Escola de Ulm, uma das principais referências dos pioneiros no design brasileiro.
Você deve estar perguntando: "e o que isto tem a ver com Web 2.0?" Tenha a certeza de que TUDO.
Web 1.0, 2.0, 3.0 ou seja lá qual for o nome dado, nenhuma delas é capaz de alterar o lado atemporal do design. Em 33, víamos Gropius e cia. projetarem utensílios que hoje são encarados como modernos por todos nós. Víamos uma "trupe" de entusiastas que carregavam consigo um espírito revolucionário, sempre procurando adaptar a tecnologia existente a um funcionalismo que arrebatasse o consumidor. Esta filosofia de trabalho e pensamento é o que deveríamos chamar de Design.
Sem querer ser tachado de vanguardista, digo que pouco vemos isto hoje nos profissionais. A internet trouxe inúmeros benefícios à humanidade, mas potencializou a "castração" do interesse dos mais jovens em se aprofundar nos conhecimentos-base do design. Hoje em dia, operar Photoshop, Flash ou ser um Motion Designer de primeira é o alvo de muitos que, por culpa nossa também, pouco vêem ou lêem sobre Bauhaus, Alexandre Wollner, Paul Klee e tantos outros. Uma garotada inteligentíssima, cheia de força, mas sem conhecimento.
E a vida seria tão mais simples na web se tivéssemos gente preocupada com isso. Quanto vale um profissional que pensa assim, hein?
Fonte: www.imasters.com.br
Autor: falecom@viniciusmadureira.com.br
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